Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, durante coletiva de imprensa nessa segunda-feira (6)
Durante coletiva de imprensa, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, disse, nessa segunda-feira (6), que não havia “previsão da extensão e da gravidade” das chuvas que deixaram milhões de pessoas sem energia por dias em São Paulo . Grande parte da população do estado sofreu com um apagão desde a última sexta-feira (3).
Na ocasião, Feitosa afirmou que a “atuação em conjunto” do governo, das distribuidoras de energia e dos demais órgãos ligados ao poder público é necessária para a retomada completa do abastecimento.
O diretor-geral da agência ainda afirmou que, neste momento, todos os esforços estão sendo concentrados em retomar a energia nos pontos que o serviço ainda não foi restabelecido e, “no seu devido momento, apurar as responsabilidades e o que pode ser melhorado”.
Nunes afirmou que a empresa assumiu um compromisso com a população de religar a energia até o final do dia de hoje. “Eu vou entrar na Justiça. Ele [Max Xavier Lins, diretor-presidente da Enel Distribuição São Paulo,] fez um compromisso público comigo. Isso tem valor de contrato”, disse Nunes.
Cerca de 1,4 milhão de moradias chegaram a ficar sem energia na capital paulista em decorrência das chuvas e rajadas de vento que atingiram a cidade na última semana. De acordo com a Aneel, em todo o estado de São Paulo, o número de pessoas que ficaram sem luz foi de 3,7 milhões durante o fim de semana.
Depois disso, nessa segunda, a Enel foi notificada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Em resposta, a companhia alegou que esta foi a primeira vez que teve que lidar com um “acontecimento climático desse tamanho”.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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