Uma adolescente de 14 anos morreu após ser esfaqueada na saída da Escola Estadual José Carlos Monteiro em Júlio Mesquita , interior do estado de São Paulo , nesta terça-feira (23). Segundo a polícia , o autor do crime é um estudante de 15 anos, que desferiu os golpes contra Lídia Hadassa de Lima após uma discussão.
De acordo com a PM , os dois jovens tinham saído do colégio há pouco tempo e caminhavam por uma rua próxima quando houve o desentendimento. Irritado, o adolescente que portava a arma branca atingiu a vítima com dois golpes e fugiu logo em seguida.
Ferida, a jovem foi levada para um Pronto Socorro próximo, mas não resistiu aos ferimentos, que atingiram a virilha e o tronco.
Ao realizar diligências nas próximidades, os policiais encontraram o autor do crime próximo a uma região de mata da cidade. O adolescente estava em estado de choque, segundo os agentes, e com ferimentos à faca produzidos por ele mesmo. A polícia suspeita que ele tenha tentado se envenenar após o crime.
Ele foi levado ao Hospital das Clínicas de Marília e, após passar por atendimento, encaminhado para Delegacia de Júlio Mesquita, onde foi autuado em flagrante. Ele irá cumprir medida socioeducativa na Fundação Casa.
Apesar de a polícia desconfiar de um suposto relacionamento entre os dois, a família da vítima negou. Segundo parentes de Lídia, eles eram apenas amigos, mas o adolescente teria cometido o crime justamente pela estudante se achar muito jovem para namorar.
O autor, inclusive, já havia enviado mensagens ao pai da vítima falando sobre suas intenções de namorar a Lídia.
As aulas na unidade escolar onde a adolescente estudava estão suspensas até a próxima segunda-feira (29) em razão da morte, afirmou a Secretaria de Estado da Educação.
O corpo de Lídia Hadassa de Lima será enterrado nesta tarde no Cemitério Municipal de Júlio Mesquita.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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