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Toledo, no Paraná, sedia o Inovameat a partir de segunda

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Começa nesta segunda-feira (01.04) a terceira edição do Inovameat em Toledo, no Paraná, destacando-se como um evento importante para o futuro da indústria de proteína animal na América Latina. Durante três dias, até 3 de abril, o evento reunirá especialistas, inovadores e empresários do setor para discutir avanços tecnológicos, sustentabilidade e novas práticas na produção de suínos, aves, laticínios e aquicultura.

Esta edição do Inovameat focará em uma ampla gama de temas, desde a genética avançada e o bem-estar animal até os desafios enfrentados pelos produtores e as expectativas dos consumidores. O objetivo é cobrir toda a cadeia produtiva, oferecendo insights valiosos sobre como elevar a eficiência e a sustentabilidade no setor.

Organizado pelo Sindicato Rural de Toledo e pela Associação Comercial e Empresarial da cidade, o Inovameat serve como um importante catalisador para fomentar a colaboração entre os diversos atores do ecossistema de proteína animal. Além de promover o intercâmbio de conhecimento, o evento visa estimular parcerias estratégicas que possam impulsionar inovações práticas e aplicáveis na indústria.

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Entre os destaques da programação estão as arenas temáticas dedicadas a cada segmento de proteína animal, palestras técnicas de alto nível e painéis de discussão com especialistas renomados. Adicionalmente, o Inovameat proporcionará um espaço para exposição de tecnologias emergentes e soluções inovadoras que estão moldando o futuro do setor.

A Embrapa, como uma das principais instituições de pesquisa agropecuária do Brasil, marcará presença no evento, contribuindo com sua vasta expertise em pesquisa e desenvolvimento. Embora sua participação seja apenas um dos muitos componentes ricos do evento, a presença da Embrapa sublinha a importância do Inovameat como um fórum para a disseminação de conhecimento científico e tecnológico aplicado à produção de proteína animal.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

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O lançamento do Plano Safra 2026/2027 chega em um momento de expansão para o agronegócio acreano. Com linhas de crédito mais amplas, incentivos à produção sustentável e estímulo aos investimentos em infraestrutura, o programa pode acelerar o desenvolvimento de cadeias produtivas que vêm ganhando espaço na economia do estado.

Estudos do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre indicam que o agronegócio continuará entre os setores mais promissores da economia local em 2026, com expectativa de crescimento entre 1% e 6%. O desempenho é sustentado pela expansão de atividades como a cafeicultura, produção de cacau, mel, açaí e pela cadeia de proteína animal, segmentos que têm ampliado investimentos e conquistado novos mercados.

Entre as novidades do Plano Safra está a redução do custo do crédito para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A linha contará com R$ 72,6 bilhões em recursos e taxa máxima de juros de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. A medida beneficia um público que tem papel relevante na produção agropecuária do Acre e na geração de empregos no campo.

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A sustentabilidade também passa a ocupar posição estratégica na política de crédito rural. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas de conservação ambiental poderão obter desconto de até um ponto percentual nas taxas de financiamento para operações de custeio, criando um incentivo financeiro para a regularização ambiental das propriedades.

Outro eixo do programa é o estímulo à modernização das fazendas por meio de investimentos em energia renovável. O crédito poderá financiar projetos de geração de energia solar, biomassa, sistemas eólicos e soluções de armazenamento de energia, reduzindo despesas com eletricidade e aumentando a eficiência das atividades rurais.

A infraestrutura de armazenagem também ganhou reforço. O Plano Safra prevê recursos para construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e câmaras frias, investimentos considerados fundamentais para diminuir perdas pós-colheita, melhorar a conservação da produção e ampliar a competitividade dos produtores acreanos.

Na gestão de riscos, o governo federal ampliou os incentivos à contratação do seguro rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A intenção é fortalecer a proteção dos produtores diante de eventos climáticos extremos, tornando esses instrumentos parte cada vez mais importante da política de crédito rural.

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Com o tema “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 2026/2027 busca ampliar o acesso ao financiamento, incentivar a inovação tecnológica e fortalecer a produção agropecuária em todas as regiões do país. Para o Acre, onde diversas cadeias produtivas vivem um período de expansão, as novas condições de crédito podem contribuir para consolidar o crescimento do setor e ampliar sua participação na economia estadual.

Fonte: Pensar Agro

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