AGRONEGÓCIO

Serviço de manutenção na iluminação pública atendeu 40 bairros e oito avenidas nesta semana

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A equipe de manutenção de iluminação pública da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) atendeu cerca de 40 bairros e oito avenidas, durante esta semana. A atividade é executada nos períodos diurno e noturno, abrangendo uma série de ações que garantem o bom funcionamento dos equipamentos.

Além da substituição de lâmpadas danificadas, as manutenções englobam também serviços como troca de braços, de bocais, e ainda recomposição de cabeamento. O cronograma de atendimento é montado com base no trabalho de fiscalização da Limpurb, nos pedidos das Associações de Moradores e pelos telefones (65) 3645-5511 ou (65) 3645-5522.

Nesta semana foram atendidos, por exemplo, os bairros: Campo Verde; Três Barras; Parque Mariana; Recanto dos Pássaros; Jardim Vitória; Cohab São Gonçalo, entre dezenas de outras comunidades. O serviço chegou também nas avenidas Fernando Corrêa da Costa, Miguel Sutil, Itália, das Torres, e nas rodovias Emanuel Pinheiro e Palmiro Paes de Barros.

“Uma boa iluminação pública, além de melhorar o visual das vias, também é fundamental para a segurança das pessoas. Portanto, por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, estamos trabalhando para avançar na manutenção e também na implantação de novas estruturas”, comenta o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

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ATUAÇÃO CONTÍNUA

Desde 2017, a gestão Emanuel Pinheiro tem adotado medidas que assegurem o avanço gradativo do plano de modernização. Esse trabalho é feito em duas etapas, sendo que a primeira consiste na substituição de lâmpadas “amarelas” por luminárias de vapor metálico, que produzem a coloração branca.

A segunda etapa, também em andamento, trata-se da instalação de luminárias de LED nos grandes corredores de mobilidade urbana, praças e parques públicos. De acordo com levantamento da Limpurb, Cuiabá tem um parque de iluminação pública de cerca de 90 mil lâmpadas e uma parte considerável delas já foram trocadas por do tipo LED e vapor metálico.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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