AGRONEGÓCIO

Secretaria da Mulher promove atividade com moradoras em situação de rua e divulga ações

Publicado em

O Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quarta-feira (8), é um símbolo das lutas e reivindicações pelos direitos das mulheres. E para registrar a data, a Secretaria Municipal da Mulher promoveu um café da manhã reunindo mulheres em situação de rua, no Museu da Imagem e do Som (MISC).

De acordo com a secretária-adjunta da Mulher, Elis Regina, o evento possibilita que elas percebam que são valorizadas e que há uma rede de acolhimento.

“Este evento teve como um dos objetivos a aproximação da Secretaria com essas mulheres, em continuidade a um trabalho de valorização e cidadania, além de mostrar, para cada uma, o desenvolvimento do trabalho da gestão. Foi um evento singelo, porém de um significado grandioso”, afirma.

Uma das participantes da ação, de 27 anos, que vive nas ruas há cerca de 4 anos, comentou que uma ação como essa simboliza amor e carinho.

“Fazia tempo em que eu tomava um café da manhã tão bom. Amei esse evento.

Leia Também:  Luis Cláudio promove jogo beneficente com ex-jogadores do Corinthians e São Paulo

Para a secretária da pasta, Cely Almeida, a ação também serviu para prestar orientações sobre as políticas de assistência social e de inserção no mercado de trabalho.

“É uma ação extremamente importante pois lida com mulheres que estão mais suscetíveis a sofrer todos os tipos de violência, pois o próprio espaço da rua contribui para que isto ocorra.

Hoje, asseguramos que, que a Secretaria está de portas abertas para acolher todas as mulheres que precisarem dos nossos serviços”, destacou.

Além do café da manhã, as convidadas puderam escolher roupas e acessórios que foram adquiridos por meio de doações, corte de cabelo e foram orientadas sobre todo o trabalho que a Secretaria desenvolve.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

Published

on

A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

Leia Também:  Acordo provisório completa 3 meses com R$ 9,2 bilhões em carnes sob ameaça

No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

Leia Também:  Produtores usam aviões para tentar fazer chover sobre as lavouras

O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA