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Podcast Pensar Agro debate a importância da prevenção de acidentes no campo

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O Podcast Pensar Agro desta semana, tem a participação do Presidente e do Vice-presidente da Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá (AEST/RMVC), Paulo Fernando Bello Freire e Aguinaldo Gentil de Oliveira. O programa, apresentado pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, abordou os desafios e as soluções para garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores do campo.

Bello Freire e Oliveira apresentaram com clareza a importância da AEST/RMVC, que atua como ponte entre os Poderes Constituídos, a sociedade e o setor produtivo, promovendo ações de conscientização e capacitação para a prevenção de acidentes no trabalho. A Associação desenvolve diversos projetos e programas educativos voltados para a indústria, comunidades, escolas e meio rural, com foco na implementação de medidas de segurança eficazes no campo.

Um dos temas centrais do debate foi a prevenção de incêndios rurais, que representam um grande risco para a segurança dos trabalhadores e para o meio ambiente. Os especialistas da AEST/RMVC destacaram a necessidade de planejamento preventivo e de medidas de combate ao fogo, como a criação de aceiros, a instalação de equipamentos de combate a incêndio e a realização de treinamentos para os trabalhadores.

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Outro ponto crucial abordado foi a falta de planejamento adequado para o atendimento a vítimas de acidentes no trabalho no meio rural. Bello Freire e Oliveira alertaram para a importância de ter protocolos de atendimento emergenciais definidos e de garantir o acesso rápido a serviços de saúde de qualidade para os trabalhadores acidentados.

O Podcast Pensar Agro também explorou os diversos programas educativos de prevenção de acidentes do trabalho e domésticos que a AEST/RMVC oferece. Os especialistas destacaram a importância da educação e da conscientização como ferramentas fundamentais para a construção de uma cultura de segurança no campo.

Fonte: Pensar Agro

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

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Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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