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Pneumonia é responsável por 40% das mortes de gado confinado no Brasil

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Pelo menos 40% das mortes de bovinos em sistemas de confinamento no Brasil tem sido provocas por pneumonia. Além disso, há outras doenças respiratórias causadas pelo tempo seco e por inversão térmica, comum nessa época.

A solução para minimizar o problema é a implementação de práticas sanitárias eficazes e a realização de rondas sanitárias, especialmente nas primeiras horas da manhã, tem se mostrado fundamental para identificar precocemente animais enfermos e garantir tratamentos ágeis.

A pneumonia bovina é particularmente preocupante, sendo responsável por um significativo número de mortes. Cerca de 40% das mortes de bovinos em confinamento são atribuídas a essa doença, que afeta até 70% dos animais enfermos.

Dados indicam que aproximadamente 5% do rebanho em confinamento adoece, sendo que a pneumonia é responsável por 70% dos casos, conforme destacado por especialistas.

Entretanto, a pneumonia bovina não é o único desafio. Questões como problemas de casco, fraturas e outras condições também demandam atenção no âmbito da saúde dos bovinos confinados.

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Diante dessa realidade, a adoção de medidas preventivas e corretivas é fundamental. A constante vigilância, aliada a uma equipe capacitada e atenta, desempenha um papel crucial na manutenção da saúde dos animais e no sucesso das operações de confinamento.

Com informações do Canal Rural

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

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O lançamento do Plano Safra 2026/2027 chega em um momento de expansão para o agronegócio acreano. Com linhas de crédito mais amplas, incentivos à produção sustentável e estímulo aos investimentos em infraestrutura, o programa pode acelerar o desenvolvimento de cadeias produtivas que vêm ganhando espaço na economia do estado.

Estudos do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre indicam que o agronegócio continuará entre os setores mais promissores da economia local em 2026, com expectativa de crescimento entre 1% e 6%. O desempenho é sustentado pela expansão de atividades como a cafeicultura, produção de cacau, mel, açaí e pela cadeia de proteína animal, segmentos que têm ampliado investimentos e conquistado novos mercados.

Entre as novidades do Plano Safra está a redução do custo do crédito para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A linha contará com R$ 72,6 bilhões em recursos e taxa máxima de juros de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. A medida beneficia um público que tem papel relevante na produção agropecuária do Acre e na geração de empregos no campo.

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A sustentabilidade também passa a ocupar posição estratégica na política de crédito rural. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas de conservação ambiental poderão obter desconto de até um ponto percentual nas taxas de financiamento para operações de custeio, criando um incentivo financeiro para a regularização ambiental das propriedades.

Outro eixo do programa é o estímulo à modernização das fazendas por meio de investimentos em energia renovável. O crédito poderá financiar projetos de geração de energia solar, biomassa, sistemas eólicos e soluções de armazenamento de energia, reduzindo despesas com eletricidade e aumentando a eficiência das atividades rurais.

A infraestrutura de armazenagem também ganhou reforço. O Plano Safra prevê recursos para construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e câmaras frias, investimentos considerados fundamentais para diminuir perdas pós-colheita, melhorar a conservação da produção e ampliar a competitividade dos produtores acreanos.

Na gestão de riscos, o governo federal ampliou os incentivos à contratação do seguro rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A intenção é fortalecer a proteção dos produtores diante de eventos climáticos extremos, tornando esses instrumentos parte cada vez mais importante da política de crédito rural.

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Com o tema “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 2026/2027 busca ampliar o acesso ao financiamento, incentivar a inovação tecnológica e fortalecer a produção agropecuária em todas as regiões do país. Para o Acre, onde diversas cadeias produtivas vivem um período de expansão, as novas condições de crédito podem contribuir para consolidar o crescimento do setor e ampliar sua participação na economia estadual.

Fonte: Pensar Agro

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