AGRONEGÓCIO

Pensar Agro entrevista o presidente da Mútua, Francisco Almeida

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O Diretor Presidente da Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea), engenheiro agrônomo Francisco Almeida, além de dar todo incentivo para que o Pensar Agro estivesse presente na 78ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), realizada em Gramado, no Rio Grande do Sul,  também participou, ao vivo, dos podcasts.

“A Mútua foi a única, por intermédio do presidente Francisco Almeida, ao qual temos muito a agradecer, teve a preocupação em transferir para a sociedade, para aqueles profissionais que não vieram para o evento, o que acontecendo durante a 78ª Soea”, explica  Isan Rezende.

Para Isan a importância de Francisco está em fazer com que a Mútua, bem como o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), da qual faz parte, saia da bolha e traga para a sociedade, o que a engenharia, a agronomia, as geossciências têm de importância e contribuir dentro do papel da sociedade.

Na transmissão ao vivo abaixo, o Pensar Agro, representado pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, entrevista o presidente da Mútua e o geólogo Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras.

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Veja a entrevista

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

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O lançamento do Plano Safra 2026/2027 chega em um momento de expansão para o agronegócio acreano. Com linhas de crédito mais amplas, incentivos à produção sustentável e estímulo aos investimentos em infraestrutura, o programa pode acelerar o desenvolvimento de cadeias produtivas que vêm ganhando espaço na economia do estado.

Estudos do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre indicam que o agronegócio continuará entre os setores mais promissores da economia local em 2026, com expectativa de crescimento entre 1% e 6%. O desempenho é sustentado pela expansão de atividades como a cafeicultura, produção de cacau, mel, açaí e pela cadeia de proteína animal, segmentos que têm ampliado investimentos e conquistado novos mercados.

Entre as novidades do Plano Safra está a redução do custo do crédito para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A linha contará com R$ 72,6 bilhões em recursos e taxa máxima de juros de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. A medida beneficia um público que tem papel relevante na produção agropecuária do Acre e na geração de empregos no campo.

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A sustentabilidade também passa a ocupar posição estratégica na política de crédito rural. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas de conservação ambiental poderão obter desconto de até um ponto percentual nas taxas de financiamento para operações de custeio, criando um incentivo financeiro para a regularização ambiental das propriedades.

Outro eixo do programa é o estímulo à modernização das fazendas por meio de investimentos em energia renovável. O crédito poderá financiar projetos de geração de energia solar, biomassa, sistemas eólicos e soluções de armazenamento de energia, reduzindo despesas com eletricidade e aumentando a eficiência das atividades rurais.

A infraestrutura de armazenagem também ganhou reforço. O Plano Safra prevê recursos para construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e câmaras frias, investimentos considerados fundamentais para diminuir perdas pós-colheita, melhorar a conservação da produção e ampliar a competitividade dos produtores acreanos.

Na gestão de riscos, o governo federal ampliou os incentivos à contratação do seguro rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A intenção é fortalecer a proteção dos produtores diante de eventos climáticos extremos, tornando esses instrumentos parte cada vez mais importante da política de crédito rural.

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Com o tema “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 2026/2027 busca ampliar o acesso ao financiamento, incentivar a inovação tecnológica e fortalecer a produção agropecuária em todas as regiões do país. Para o Acre, onde diversas cadeias produtivas vivem um período de expansão, as novas condições de crédito podem contribuir para consolidar o crescimento do setor e ampliar sua participação na economia estadual.

Fonte: Pensar Agro

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