AGRONEGÓCIO

No podcast “Pensar Agro” Isan Rezende entrevista Clodomir Ascari, presidente do Crea Paraná

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No podcast “Pensar Agro” desta semana, apresentado por Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), o entrevistado é o engenheiro agrônomo Clodomir Ascari, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR).

Ascari fala sobre os desafios que o setor enfrenta atualmente e os projetos que ele planeja implementar durante sua gestão. Entre esses projetos, destaca-se a proposta de criação da Academia de Formação no Sistema CONFEA/CREA/MÚTUA, visando aprimorar a capacitação profissional e promover o desenvolvimento contínuo dos engenheiros e agrônomos do estado.

Com uma carreira consolidada na área, Ascari tem especializações em administração rural, agronegócio e cooperativismo. Sua experiência profissional inclui diversas posições de liderança em organizações do setor, além de expertise em gestão ambiental e rural. Antes de assumir a presidência do CREA-PR, Ascari foi secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Pato Branco, no Paraná.

O podcast “Pensar Agro” oferece uma plataforma para debates relevantes sobre temas relacionados ao agronegócio, reunindo especialistas e líderes do setor para compartilhar insights e promover discussões construtivas.

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Abaixo a entrevista com Clodomir Ascari:

Veja essa e outras entrevistas de Isan Rezende na página do Pensar Agro, clicando aqui

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Risco de geada no Sul agrava escassez e faz preço do feijão bater recordes

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O feijão voltou ao centro das preocupações do mercado agrícola brasileiro. Com oferta curta, dificuldade para encontrar produto de qualidade e ameaça de geadas sobre áreas produtoras do Sul do país, os preços dispararam nas últimas semanas e já atingem patamares históricos em algumas regiões.

O movimento é puxado principalmente pelo feijão carioca, variedade mais consumida pelos brasileiros. Em importantes polos produtores de São Paulo e Minas Gerais, lotes considerados “extra” já superam R$ 430 por saca no mercado físico. Em negociações destinadas ao abastecimento da capital paulista, negócios pontuais chegaram perto de R$ 470 por saca — um dos maiores níveis já registrados para a cultura.

A escalada dos preços acontece em um momento delicado para o abastecimento. O mercado enfrenta escassez justamente dos grãos de melhor qualidade, enquanto produtores seguram parte da oferta apostando em novas altas. Empacotadoras e atacadistas relatam dificuldade para montar lotes homogêneos, o que elevou a disputa pelos feijões classificados como nota alta.

Ao mesmo tempo, problemas climáticos aumentam a tensão sobre a segunda safra 2025/26. Paraná e Minas Gerais tiveram atrasos no plantio, excesso de chuvas e ritmo lento de colheita nas últimas semanas. Agora, a chegada do frio intenso ao Sul do Brasil adiciona um novo fator de preocupação.

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As geadas passaram a entrar no radar do setor justamente em uma fase importante para parte das lavouras. Técnicos alertam que o frio pode comprometer enchimento dos grãos, peneira e qualidade final da produção, reduzindo ainda mais a disponibilidade de feijão premium no mercado.

A pressão já começa a contaminar também o mercado do feijão preto. Tradicionalmente mais barato, ele passou a ganhar competitividade diante da disparada do carioca e vem registrando forte valorização nas últimas semanas. Em algumas regiões do Paraná, as cotações saltaram de cerca de R$ 160 para perto de R$ 200 por saca em poucos dias.

O avanço do feijão preto reflete uma migração parcial do consumo. Com o carioca cada vez mais caro, parte do varejo e dos consumidores começou a buscar alternativas para reduzir custos, aumentando a demanda pela variedade preta.

O cenário preocupa porque o feijão é um dos produtos mais sensíveis ao abastecimento interno. Diferentemente da soja ou do milho, grande parte da produção é destinada ao consumo doméstico e trabalha com estoques historicamente apertados. Quando há quebra de qualidade ou retenção de oferta, o impacto nos preços costuma ser rápido.

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Hoje, o Brasil produz entre 2,8 milhões e 3 milhões de toneladas de feijão por ano, somando as três safras cultivadas em diferentes regiões do país. Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Mato Grosso estão entre os principais produtores nacionais.

Com a combinação entre oferta restrita, clima adverso e estoques reduzidos, analistas avaliam que o mercado deve continuar pressionado nas próximas semanas, mantendo os preços em níveis elevados tanto para o produtor quanto para o consumidor final.

Fonte: Pensar Agro

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