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Ministério da Agricultura atualiza preços mínimos para a Safra 2023/24

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou os preços mínimos para a safra de verão e culturas regionais de 2023/24. Os novos valores foram estabelecidos pela Portaria N°612 do Mapa e seguem as diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN), com base nas propostas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A Conab considera diversos fatores na elaboração das propostas, como os custos variáveis de produção e as condições do mercado. As alterações nos preços mínimos variam de -9,38% (no caso do sorgo em Rondônia) a 45,92% (para a saca de 60 Kg de milho nos estados do Pará, Acre, Amazonas, Amapá e Roraima, bem como para o sorgo no Pará).

A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) desempenha um papel fundamental ao proporcionar aos produtores rurais uma remuneração mínima e estabilizar suas rendas.

Além disso, a política contribui para manter o abastecimento nacional consistente, incentivando os agricultores a continuarem produzindo. Em caso de preços de mercado inferiores aos mínimos estabelecidos, o governo, por meio da Conab, intervém para garantir uma remuneração mínima aos produtores e estimular ajustes nos preços de mercado.

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Aqui a portaria na íntegra com os preços nacionais.

Fonte: Pensar Agro

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

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O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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