AGRONEGÓCIO

Goiânia recebe encontro nacional sobre confinamento bovino

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De 10 a 12 de setembro, Goiânia (capital de Goiás) será palco de um dos principais eventos dedicados à pecuária de corte no Brasil. O Feedlot Summit reunirá pecuaristas, técnicos e gestores em torno de debates sobre manejo, mercado e inovações em confinamento.

A programação foi organizada em quatro grandes eixos: mercado e previsões, inovações técnicas dentro da porteira, sustentabilidade e gestão de pessoas. A proposta é oferecer um panorama atualizado das tendências nacionais e internacionais, abordando desde custos de produção até estratégias de eficiência em sistemas intensivos.

Na parte econômica, o evento trará análises de mercado, cenários futuros para a arroba e perspectivas para os grãos que compõem a base da nutrição animal. No eixo técnico, ganham espaço temas como fertilidade de pastagens, manejo reprodutivo, avaliação de carcaça e estratégias nutricionais, além de protocolos sanitários voltados para recria e terminação.

O programa também abre espaço para experiências internacionais, com especialistas convidados da América do Norte e da África do Sul, trazendo comparativos sobre sistemas de confinamento em diferentes realidades produtivas.

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A gestão de pessoas será outro destaque, com apresentações sobre liderança, uso de sensores e inteligência artificial para mensuração de indicadores, além de cases de empresas que atuam em larga escala no confinamento. O encerramento contará com uma palestra voltada para estratégias de adaptação e resiliência em sistemas de produção.

Serviço:

Evento: Feedlot Summit
Data: 10 a 12 de setembro
Local: Espaço Dois Ipês, Goiânia (GO)

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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