A Polícia Civil encerrou o primeiro semestre de 2026 com resultados que reforçam o fortalecimento das ações de investigação e de enfrentamento à criminalidade em todo o Estado. Entre janeiro e junho deste ano, a instituição deflagrou 268 operações policiais, mantendo o elevado ritmo de atuação registrado nos últimos anos.
Os indicadores institucionais demonstram uma evolução consistente das operações realizadas pela força de segurança. Em 2023, foram deflagradas 317 operações. Em 2024, o número passou para 488 e, em 2025, alcançou 561 operações, refletindo o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades policiais. Somente nos seis primeiros meses de 2026, já foram realizadas 268 operações, evidenciando a continuidade desse trabalho em todo o Estado.
A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, destaca que os resultados refletem a consolidação de uma atuação pautada na investigação qualificada e no planejamento das ações policiais.
“Os resultados demonstram o fortalecimento da investigação qualificada desenvolvida pela Polícia Civil. Cada operação é fruto de um trabalho técnico, baseado em inteligência, planejamento e integração entre as unidades policiais, permitindo uma atuação cada vez mais eficiente no enfrentamento às organizações criminosas e na responsabilização dos autores de crime.”, disse Maidel.
Além das operações policiais, os indicadores do primeiro semestre também registram a atuação da instituição no cumprimento de ordens judiciais e nas ações de polícia judiciária realizadas em todo o Estado. No período, foram cumpridos 4.417 mandados de prisão, efetuadas 3.153 prisões em flagrante originadas de boletins de ocorrência registrados pela Polícia Civil e contabilizadas 838 prisões realizadas durante operações policiais.
Os dados também demonstram a produtividade da instituição nos últimos anos. Em 2023, a Polícia Civil cumpriu 7.233 mandados de prisão, registrou 7.671 prisões em flagrante e contabilizou 1.752 prisões durante operações. Em 2024, os indicadores passaram para 7.769 mandados de prisão cumpridos, 8.942 prisões em flagrante e 3.796 prisões durante operações. Já em 2025, foram registrados 8.679 mandados de prisão cumpridos, 8.704 prisões em flagrante e 2.883 prisões durante operações.
Para a delegada-geral, os indicadores reforçam o compromisso permanente da Polícia Civil com o aprimoramento das investigações e o fortalecimento das ações de combate à criminalidade.
“Seguiremos investindo na qualificação das nossas investigações, na inteligência policial e na integração das nossas equipes, fortalecendo a capacidade de resposta da Polícia Civil e oferecendo um serviço cada vez mais eficiente à sociedade mato-grossense”, completou a Maidel.
Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.