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Operação da Ager fiscaliza emissão de passagens e reforça direitos dos usuários do transporte

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) realizou uma operação de fiscalização econômico-financeira nas empresas que operam o Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros de Mato Grosso.

A ação foi realizada no Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, em Cuiabá, e teve como objetivo verificar a conformidade das operadoras quanto à aplicação das tarifas autorizadas pela Ager, à correta emissão dos documentos fiscais das viagens e ao cumprimento das exigências regulatórias que regem o serviço de transporte intermunicipal de passageiros no Estado.

A atividade foi coordenada pela Superintendência Reguladora de Estudos Econômicos e contou com o apoio da Superintendência Reguladora de Transporte Rodoviário.

Durante a operação, realizada nos dias 11 e 12 de maio, nos momentos de desembarque e embarque de passageiros, as equipes fiscalizaram 1.184 bilhetes, 31 viagens intermunicipais e 12 empresas.

Além da conferência dos bilhetes eletrônicos, os fiscais também verificaram mapas de viagem, informações operacionais das linhas e se depararam com casos de passageiros sendo transportados sem o documento fiscal obrigatório.

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Segundo o superintendente regulador de Estudos Econômicos da Ager, Silvio da Costa Magalhães Filho, todo o material recolhido durante a operação passará por análise técnica detalhada.

“A fiscalização tarifária permite verificar se as empresas estão praticando corretamente as tarifas autorizadas pela Agência e se todos os passageiros estão recebendo o bilhete de passagem eletrônico. Essa atuação é fundamental para garantir um serviço adequado, seguro e transparente”, destacou.

O superintendente ressaltou que o bilhete de passagem é um documento essencial para assegurar os direitos dos passageiros em casos de acidentes, cancelamentos, atrasos, reembolso e extravio de bagagens.

“Quando o passageiro exige o documento fiscal e informa o CPF no bilhete, ele também contribui para fortalecer a transparência, combater irregularidades e ampliar o controle sobre o sistema de transporte”, afirmou Silvio.

Ele acrescentou, ainda, que os passageiros devem exigir o bilhete e, em caso de negativa, denunciar a situação à Ouvidoria da Ager.

O superintendente regulador de Transporte Rodoviário da Ager, Neimar Dantas, destacou a importância da atuação conjunta entre as áreas técnicas da Agência.

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“A atuação integrada entre as áreas técnicas da Ager fortalece a fiscalização e amplia a efetividade das ações regulatórias no transporte intermunicipal. Esse trabalho conjunto permite unir a análise econômico-financeira à fiscalização operacional, garantindo maior transparência, segurança e respeito aos direitos dos passageiros mato-grossenses”, afirmou.

Ouvidoria Ager-MT

A Ouvidoria da Ager é o canal oficial para manifestações dos usuários dos serviços públicos, pelos telefones 0800 647 6464 (ligação gratuita) e (65) 99675-8719 (WhatsApp), pelo e-mail: [email protected] ou pelo site www.ager.mt.gov.br/ouvidoria

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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