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Sorrisenses participam de mais um curso do Capacita SUAS

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Em sete etapas, formação vem sendo realizada desde o ano passado, em Cuiabá

Mais uma etapa de formação, partilha e vivências. Servidoras da Secretaria de Assistência Social (Semas), Marcia Milesi, Neli Mohr, Marcia Miranda e Leidiane Scherer estão participando, nesta semana, de mais um módulo da 3.ª edição do Capacita SUAS.

Desde segunda-feira (13 de abril) até amanhã (17 de abril), as sorrisenses dialogam com representantes de vários municípios sobre os fundamentos históricos e teóricos da proteção social, o quinto curso da série de formações.

A capacitação reúne trabalhadores de nível superior inseridos na gestão e no provimento dos serviços da Proteção Social Básica (PSB) e da Proteção Social Especial (PSE), equipes de Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro Dia, Centro Pop e Centros de Convivência, além de técnicos estaduais e membros do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas-MT) e do Núcleo Estadual de Educação Permanente (Neep-MT).

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Em sua terceira edição, o CapacitaSUAS em Mato Grosso é desenvolvido por meio da parceria entre a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Fundação Uniselva, por meio de convênio firmado em setembro de 2025. A conferência de abertura foi realizada em 20 de outubro de 2025, marcando o início das atividades que contemplam sete cursos ao todo.

“Sem dúvida, a formação continuada é ferramenta indispensável para que possamos avançar em políticas públicas que atendam nossa população em suas necessidades, olhando para o cenário contemporâneo e, sempre colocando as pessoas em primeiro lugar, promovendo assistência e fortalecimento do protagonismo social”, destaca a coordenadora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) da Semas, Márcia Milesi.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Caminhada reforça importância do respeito à pessoa idosa

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Um momento de atividade física em grupo, animação e muita confraternização. Assim foi a caminhada desta sexta-feira (12 de junho), que mobilizou a comunidade para um tema muito sério: combater a violência contra a pessoa idosa.

A ação de sensibilização partiu da Praça Antenor Balbinot, na frente da Secretaria de Assistência Social (Semas) – Avenida Tancredo Neves, e seguiu em direção ao Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), na Avenida Otávio Souza Cruz.

Depois da caminhada, um café da manhã caprichado, música, dança e bingo. A atividade foi uma forma de celebrar o dia 15 de junho, que marca a mobilização mundial pelo combate à violência contra a pessoa idosa. “Pudemos trabalhar um tema tão sensível de uma maneira leve e divertida, mostrando aos nossos idosos a importância de viver com respeito, segurança e paz, identificando as formas de violência que podem, algumas vezes, ser muito sutis”, destacou a coordenadora do Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), Silvana Bezerra Milan.

Representantes da Administração Municipal, do Legislativo e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CCPI) também participaram da mobilização junto aos idosos. “Precisamos mobilizar não apenas nossos idosos, mas toda a comunidade sobre a importância de denunciar toda e qualquer forma de violência, permitindo que todas as etapas da vida sejam desfrutadas com plenitude”, reiterou a secretária de Assistência Social, Daniela Marsola Stel.

A sensibilização também está sendo feita em várias outras oportunidades. Ontem (11 de junho), no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Vitória Régia, representantes da Pastoral da Terceira Idade da Igreja Católica palestraram sobre o tema junto à comunidade.

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Saiba Mais:

O Dia Mundial da Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa foi oficialmente reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2011, após solicitação da Rede Internacional de Prevenção ao Abuso de Idosos (INPEA), que estabeleceu a celebração em junho de 2006.

Representa um dia do ano em que o mundo inteiro manifesta sua oposição aos abusos e sofrimentos infligidos a algumas de nossas gerações mais velhas.

A violência contra o idoso pode ser definida como “um ato único, repetido ou a falta de ação apropriada, ocorrendo em qualquer relacionamento em que exista uma expectativa de confiança que cause dano ou sofrimento a uma pessoa idosa”. É uma questão social global que afeta a saúde e os direitos humanos de milhões de idosos em todo o mundo e que merece a atenção da comunidade internacional.

Em muitas partes do mundo, o abuso de idosos ocorre sem que haja reconhecimento ou resposta, pois, até recentemente, esse grave problema social estava oculto à vista do público e era considerado um assunto privado. Ainda hoje, o abuso de idosos continua sendo um tabu, subestimado e ignorado pelas sociedades mundialmente. No entanto, há evidências que indicam que o abuso de idosos é um importante problema de saúde pública e social.

De uma perspectiva social e de saúde, a menos que os setores de atenção primária e de assistência social estejam bem equipados para identificar e lidar com o problema, o abuso de idosos continuará sendo subdiagnosticado e ignorado.

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Tipos de violência contra as pessoas idosas:

A mais comum é a negligência, quando os responsáveis pelo idoso deixam de oferecer cuidados básicos, como higiene, saúde, medicamentos, proteção contra frio ou calor.

O abandono vem em seguida e é considerado uma forma extrema de negligência. Acontece quando há ausência ou omissão dos familiares ou responsáveis, governamentais ou institucionais, de prestarem socorro a um idoso que precisa de proteção.

Há, ainda, a violência física, quando é usada a força para obrigar os idosos a fazerem o que não desejam, ferindo, provocando dor, incapacidade ou até a morte. E a sexual, quando a pessoa idosa é incluída em ato ou jogo sexual homo ou heterorrelacional, com objetivo de obter excitação, relação sexual ou práticas eróticas por meio de aliciamento, violência física ou ameaças.

A psicológica ou emocional é a mais sutil das violências. Inclui comportamentos que prejudicam a autoestima ou o bem-estar do idoso, entre eles, xingamentos, sustos, constrangimento, destruição de propriedade ou impedimento de que vejam amigos e familiares.

Por último, há a violência financeira ou material, que é a exploração imprópria ou ilegal dos idosos

Idosos com aspecto descuidado, que apresentem marcas no corpo mal explicadas ou sinais de quedas frequentes e que tenham familiares ou cuidadores indiferentes a eles, podem estar sendo vítimas de violência.

Para denunciar? Disque 100.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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