Tribunal de Justiça de MT

CNJ realiza encontro nacional sobre formação judicial e Justiça Juvenil

Publicado em

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizará na segunda-feira (30) o Encontro de Formação Judicial: Pena Justa e Agenda Justiça Juvenil. O evento será realizado de forma on-line, das 14h às 17h (horário de Brasília). O objetivo é ampliar o diálogo entre instituições, fortalecendo a formação judicial e a cultura dos direitos humanos.
O encontro é voltado a juízes(as) de execução penal, juízes(as) da infância e juventude, membros do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), servidores e interessados na gestão das ações formativas. As inscrições devem ser realizadas individualmente pelo link https://forms.office.com/r/bK62bXpH3Z.
O evento é organizado pelo Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema Socioeducativo (DMF), com apoio do programa Fazendo Justiça. No encontro, serão compartilhadas iniciativas pedagógicas voltadas ao biênio 2025–2027. No campo do sistema penal, por exemplo, será abordada a “I Coletânea de Planos Pedagógicos: Sistema Penal Brasileiro”.
Já no campo da justiça juvenil, será apresentada a “Matriz Pedagógica para Formação Continuada no Sistema Socioeducativo”, elaborada para orientar a formação judicial alinhada à Agenda da Justiça Juvenil. Ambos os instrumentos disponibilizam planos de curso e estruturas curriculares que podem ser adotados diretamente pelas escolas ou adaptados às suas realidades institucionais.
O evento reúne Escolas de Magistratura dos Tribunais de Justiça Estaduais e Tribunais Regionais Federais, além de Grupos de Monitoramento e Fiscalização de todo o país para apresentar novas iniciativas pedagógicas nas áreas penal, socioeducativa e de direitos humanos.

Autor: Bruno Vicente

Leia Também:  Hospital é condenado após paciente sofrer nova fratura dentro de quarto

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

Published

on

Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

Leia Também:  Sustentabilidade avança e se consolida como política permanente no TJMT

Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

Leia Também:  Novos juízes chegam ao Poder Judiciário de Mato Grosso com boas expectativas

Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA