Sessão especial da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), requerida pelo deputado Diego Guimarães (Republicanos), homenageia personalidades que contribuíram para o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde. Realizada na noite desta segunda-feira (9), a solenidade reuniu autoridades, lideranças e membros da comunidade para reconhecer cidadãos que tiveram papel importante na construção da história da cidade e no fortalecimento do seu crescimento econômico e social.
O parlamentar destacou a importância do reconhecimento público às pessoas que ajudaram a transformar Lucas do Rio Verde em uma das cidades mais prósperas do estado. Ele relembrou o início da colonização da região, quando poucas famílias decidiram acreditar no potencial da localidade e trabalharam com coragem para construir um futuro melhor.
“Lucas do Rio Verde nasceu da coragem de pessoas que acreditaram em uma terra onde muitos não acreditavam. Hoje vemos uma cidade próspera, que é orgulho de Mato Grosso e referência para todo o Brasil”, afirmou.
Diego Guimarães ressaltou que iniciativas como a sessão especial de outorga de honrarias reforçam a valorização da história e das pessoas que contribuíram para o desenvolvimento das cidades mato-grossenses.
Durante a solenidade, o deputado destacou alguns dos homenageados, como o prefeito Miguel Vaz, o ex-prefeito Flori Luiz Binotti, o vice-prefeito Joci Piccini e ao empresário e produtor rural Orcival Gouveia Guimarães, estendendo o reconhecimento a todos os demais agraciados que, com dedicação e trabalho, ajudaram a construir e fortalecer o município ao longo dos anos.
Foto: Helder Faria
“O reconhecimento público é também uma forma de preservar a memória e inspirar novas gerações. Quando valorizamos quem ajudou a construir nossas cidades, fortalecemos os laços da comunidade e estimulamos que mais pessoas continuem trabalhando pelo bem coletivo”, destacou.
O deputado agradeceu a receptividade das autoridades locais e reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso com o fortalecimento dos municípios e com o reconhecimento daqueles que ajudam a transformar suas comunidades.
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) comentou na sexta-feira (22) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou constitucional a Lei nº 13.452/2017, considerada essencial para o avanço da Ferrogrão (EF-170), ferrovia planejada para ligar Sinop (MT) a Itaituba (PA).
A legislação altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da ferrovia. A norma havia sido questionada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553.
Para Gilberto Cattani, a decisão representa um passo importante para o desenvolvimento logístico de Mato Grosso e para o escoamento da produção agrícola do estado. “A Ferrogrão vai destravar o transporte no estado do Mato Grosso, vai salvar boa parte da nossa agricultura, vai baratear o frete. Isso é magnífico”, afirmou o parlamentar.
Apesar de comemorar o avanço do projeto, o deputado também criticou os entraves enfrentados pela ferrovia nos últimos anos e afirmou que a obra poderia já estar em funcionamento.
“A pergunta que você tem que fazer não é por que ela foi liberada agora. A pergunta que você tem que fazer é por que ela foi travada. Faz seis anos e parte dela poderia estar pronta”, declarou.
Cattani também rebateu críticas relacionadas ao impacto ambiental da obra e afirmou que o traçado da ferrovia acompanha áreas já impactadas pela BR-163. “Ela vai do lado da BR-163, onde já está aberto. Não tem problema nenhum”, disse.
O parlamentar ainda afirmou que a Ferrogrão começou a ser estruturada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o que classificou como obstáculos ideológicos ao avanço de obras de infraestrutura no país.
A Ferrogrão é considerada uma das principais obras de infraestrutura planejadas para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste ao Arco Norte, especialmente soja e milho produzidos em Mato Grosso. A expectativa é que a ferrovia contribua para a redução dos custos logísticos e ampliação da competitividade do agronegócio brasileiro.
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