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Vigia mais MT auxilia na recuperação de 35 veículos e devolve mais de R$ 1,6 milhão às vítimas

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O Vigia Mais MT, programa de videomonitoramento do Governo de Mato Grosso, auxiliou as forças de segurança na recuperação de 35 veículos, devolvendo R$ 1,6 milhão em patrimônio aos seus reais proprietários entre janeiro e fevereiro deste ano.

Para o secretário-adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, o programa Vigia Mais MT representa um avanço na proteção do cidadão e no fortalecimento da segurança pública em Mato Grosso.

“Cada veículo recuperado simboliza a presença efetiva do Estado na vida do cidadão e o compromisso com a sociedade. Esse programa demonstra que investir em inteligência e videomonitoramento é investir na proteção das famílias, na redução da criminalidade e na construção de um ambiente mais seguro para todos”, destacou.

Um dos veículos recuperados este ano é uma caminhonete Toyota Hilux, furtada em novembro de 2022, de um empresário de Primavera do Leste, de 58 anos. O automóvel foi recuperado neste mês em Itanhangá, a cerca de 645 quilômetros do local onde o veículo foi furtado.

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Mesmo com a placa clonada de outro veículo, a caminhonete foi identificada por uma câmera capaz de ler placas (OCR) e identificar veículos com queixa de roubo ou furto, seja de Mato Grosso ou de outros estados do país.

O empresário não possuía seguro do veículo e, por isso, amargou um prejuízo estimado em R$ 110 mil com o furto, conforme a avaliação da caminhonete à época da ocorrência.

Ele contou que a caminhonete era utilizada para o trabalho e que o furto gerou prejuízos que não estavam no planejamento.

“O veículo era meu meio de trabalho e o furto gerou muitos prejuízos financeiros para mim e minha empresa. Esse programa foi um investimento muito importante para a população porque ajuda a devolver o patrimônio e o que temos de mais importante para continuar trabalhando”, avaliou.

Desde o lançamento do programa, em março de 2023, o Vigia Mais MT auxiliou na recuperação de 532 veículos em diversos municípios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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