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Comarca de Nova Ubiratã abre seleção para credenciar fisioterapeutas e psicólogos no Judiciário

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A Comarca de Nova Ubiratã abriu processo seletivo para credenciamento de profissionais nas áreas de Fisioterapia e Psicologia. O edital foi publicado pela Diretoria do Foro e prevê formação de cadastro de reserva para as duas especialidades .

De acordo com o Edital nº 03/2026/DFNUB, as inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, até o dia 23 de março de 2026. Não haverá cobrança de taxa de inscrição, sendo admitida apenas uma inscrição por candidato(a).

O certame será conduzido por Comissão de Apoio instituída por portaria específica e compreenderá análise documental e classificação conforme critérios objetivos de pontuação. Entre os requisitos gerais estão idade mínima de 21 anos, ausência de antecedentes criminais e não exercer cargo público inacumulável. Também é exigida formação superior na área correspondente, com registro no respectivo conselho profissional.

Para os profissionais de Fisioterapia, o edital detalha atribuições como assistência fisioterapêutica, elaboração de diagnóstico cinesiológico funcional, desenvolvimento de programas terapêuticos, ginástica laboral, além da realização de sessões de Pilates, RPG, Shiatsu e reflexologia, conforme a especialidade escolhida.

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Já aos(às) psicólogos(as) caberá, entre outras funções, realizar avaliação e atendimento psicoterapêutico, acompanhamento em situações de agravamento emocional e participação em programas voltados à saúde mental dos(as) servidores(as).

O credenciamento terá validade de 24 meses, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. O processo seletivo também terá validade de dois anos, contados da homologação, com possibilidade de prorrogação.

Confira o edital completo.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT é destaque nacional em realização de audiências de conciliação

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Gráfico do Justiça em Números 2026 mostra o índice de conciliação nos processos de execução judicial dos Juizados Especiais e do Primeiro Grau nos Tribunais de JustiçaO Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) alcançou o maior índice de realização de audiências de conciliação entre os tribunais estaduais de médio porte e o segundo melhor desempenho dentre os 27 tribunais de Justiça do Brasil. O dado consta no relatório Justiça em Números 2026, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o documento, 54,4% dos casos novos distribuídos em 2025 em Mato Grosso passaram por audiência de conciliação. O número também é superior à média da Justiça Estadual, que foi de 29,5%. O índice demonstra que, sempre que possível, o TJMT oferece às partes a oportunidade de resolver conflitos por meio do diálogo, antes do prosseguimento do processo judicial.
Presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueirade, um homem idoso, barba e cabelos brancos, de terno, com gravata de bolinhas, segurando um microfone e ao fundo um logo desfocado.“É um indicador que demonstra o compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso em incentivar a solução consensual dos conflitos, oportunizando que as partes construam acordos antes do prosseguimento da ação judicial. Isso torna a prestação jurisdicional mais ágil e próxima das necessidades da população”, avalia o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.
O resultado também reflete os investimentos realizados pelo TJMT na ampliação da estrutura voltada aos métodos consensuais de resolução de conflitos. Conforme o relatório, Mato Grosso conta atualmente com 50 Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), unidades especializadas na realização de conciliações e mediações em diferentes regiões do estado.
A Justiça Estadual, considerando todos os estados, encerrou 2025 com 1.843 Cejuscs, consolidando uma política pública que vem sendo fortalecida ao longo dos últimos anos. Essas unidades têm papel fundamental na promoção do diálogo entre as partes, permitindo que muitos conflitos sejam solucionados de forma consensual, sem a necessidade de uma decisão judicial.
Segundo o CNJ, a expansão dos Cejuscs acompanha o fortalecimento da cultura da conciliação no Judiciário brasileiro. Além de contribuir para a redução da litigiosidade, a iniciativa estimula soluções construídas pelas próprias partes, preservando relações e proporcionando respostas mais rápidas aos cidadãos.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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