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Polícia Militar deflagra Operação Carnaval 2026 e reforça patrulhamento em todo o Estado

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou nesta sexta-feira (13.2), a Operação Carnaval 2026, em todo o Estado. O reforço do policiamento tático e ostensivo acontece, de forma simultânea, até a próxima quarta-feira (18), em todos os 15 Comandos Regionais. A ação integra o Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, criado pelo Governo do Estado.

De acordo com o subchefe do Estado Maior, coronel Anderson Luiz do Prado, neste período haverá reforço do policiamento em áreas urbanas, especialmente em locais com festividades carnavalescas, no intuito de garantir a segurança dos foliões, comerciantes e familiares que prestigiarão os eventos.

O coronel informou que, durante o período de carnaval, serão intensificadas as ações de segurança nas rodovias estaduais e em pontos estratégicos, com a realização de bloqueios, fiscalizações, blitzes e abordagens preventivas. As operações contarão com o apoio integrado de outras forças de segurança.

Segundo ele, o objetivo é reforçar a presença policial e prevenir crimes como roubo, furto, lesão corporal, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e embriaguez ao volante, além de outras ocorrências típicas do período.

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Além do efetivo policial dos batalhões de área, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Policiamento Montado (Cavalaria) e Proteção Ambiental (BPMPA) reforçarão os efetivos de rua, bem como as companhias de Força Tática, Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio).

“A programação teve início em Cuiabá, com o desfile das escolas de samba e blocos na Arena Pantanal, e agora seguimos com as ações nas cidades da Baixada Cuiabana, que possuem festas tradicionais. O objetivo é garantir a segurança da população e coibir crimes em locais com grande concentração de foliões. A Polícia Militar estará atuando com o policiamento voltado, principalmente, para essa atividade, não descuidando dos serviços diários, das operações regulares que já ocorrem”, afirmou coronel Anderson Luiz do Prado.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil prende mulher investigada por vender sua conta para receber dinheiro de golpes

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).

As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.

Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.

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Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.

A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.

O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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