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Athletico-PR vence e afundando o Santos na zona de rebaixamento do Brasileirão

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O Santos segue em sua sina de maus resultados no Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira, o Peixe foi derrotado pelo Athletico-PR por 2 a 1, na Arena da Baixada, em um jogo válido pela terceira rodada do torneio. A equipe santista chegou a buscar o empate, mas um gol nos acréscimos selou mais um revés, mantendo o clube na delicada zona de rebaixamento.

Com o resultado, o Santos permanece com apenas um ponto na tabela, ocupando a 19ª colocação, após duas derrotas e um empate. Já o Furacão, com a vitória em casa, sobe para a quinta posição, somando seis pontos na competição. Julimar e Viveros marcaram para os paranaenses, enquanto Thaciano descontou para o Alvinegro Praiano.

O jogo

A partida começou com alta intensidade na Arena da Baixada. Logo aos dois minutos, um pênalti foi assinalado a favor do Athletico-PR após Zé Ivaldo puxar Viveros na área, confirmado pelo VAR. Na cobrança, Julimar não perdoou, deslocando o goleiro Brazão e abrindo o placar para os mandantes.

O Athletico continuou pressionando, mas o Santos mostrou poder de reação. Aos 16 minutos, em uma jogada individual brilhante de Miguelito, que driblou pelo meio, a bola chegou nos pés de Thaciano. O meia finalizou com precisão no canto, sem chances para o goleiro Santos, e empatou o confronto. Após o gol, o ritmo do jogo diminuiu, com muitas imprecisões de ambos os lados. O Peixe ainda teve uma boa trama que terminou em bloqueio de Thaciano, e o Furacão respondeu com Mendoza chutando por cima do gol de Brazão.

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Segundo tempo

A etapa complementar foi marcada por muitas faltas e poucas chances claras de gol. A bola parada se tornou uma alternativa. Aos 18 minutos, em cobrança de escanteio fechado de Zapelli, Julimar desviou de cabeça, mas Brazão operou um milagre, impedindo o segundo gol athleticano.

O Santos também teve suas oportunidades. Aos 25, Igor Vinícius cortou para o meio e chutou colocado, exigindo uma bela defesa de Santos. Pouco depois, Moisés arrancou em contra-ataque e arrematou para nova intervenção do goleiro. Thaciano, em seguida, deu um passe açucarado para um reforço santista, que só não marcou graças a um bloqueio de Benavídez.

Com o relógio avançando, Brazão se mostrava uma muralha, defendendo um potente chute de Chiqueti aos 40 minutos. No entanto, aos 45 minutos do segundo tempo, o goleiro santista não conseguiu evitar o gol decisivo. Viveros recebeu passe de Chiqueti dentro da área e, com um toque sutil, desviou a bola para o fundo das redes, garantindo a vitória dramática para o Athletico-PR e frustrando os planos do Santos.

Próximos desafios:

Santos: Concentra suas forças no Campeonato Paulista, onde enfrentará o Velo Clube no domingo, 15 de fevereiro, às 20h30 (de Brasília), na Vila Belmiro.

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Athletico-PR: Terá o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paranaense contra o Londrina, no mesmo dia, às 18h30 (de Brasília), no Estádio do Café.

FICHA TÉCNICA
                                                    ATHLETICO-PR 2 X 1 SANTOS
Competição Campeonato Brasileiro (terceira rodada)
Local Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data 12 de janeiro de 2026 (quinta-feira)
Horário 19h (de Brasília)
Cartões Amarelos Odair Hellmann (Athletico); Bontempo, Igor Vinícius (Santos)
Cartões Vermelhos Nenhum
Árbitro Ramon Abatti Abel
Assistentes Alex dos Santos e Henrique Neu Ribeiro
VAR Caio Max Augusto Vieira
Gols Julimar, aos 5′ do 1ºT (Athletico); Thaciano, aos 16′ do 1ºT (Santos); Viveros, aos 45′ do 2ºT (Athletico)
Escalação Athletico-PR Santos, Terán, Arthur Dias e Esquivel; Benavídez, Portilla (Luiz Gustavo), Zapelli e Léo Derik (Dudu); Mendoza, Julimar (Felipe Chiqueti) e Viveros.
Escalação Santos Gabriel Brazão; Igor Vinícius, Zé Ivaldo, Luan Peres e Vini Lira; João Schmidt, Gabriel Menino e Gabriel Bontempo (Barreal); Miguelito (Moisés), Thaciano (Lautaro) e Rony (Basso).

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

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Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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