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Juca do Guaraná avalia implantação de projeto de aquaponia em Várzea Grande

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) esteve em Várzea Grande na manhã de sexta-feira (30) para uma visita técnica com o objetivo de verificar a viabilidade da implantação de tanques de aquaponia no Centro de Promoções Humanas Bom Pastor, localizado no Capão do Pequi. A iniciativa integra o projeto Piscicultura no Campo, realizado pelo deputado em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

A visita ocorreu a convite do coordenador de Incentivo às Atividades Produtivas Sustentáveis da Seaf, Brasílio Soares, e contou com a participação de servidores da Seaf, entre eles Luciano Gomes, Elizaldo Barbosa e Selma Borges.

Durante o encontro, foram discutidos os aspectos técnicos do projeto de aquaponia, bem como o potencial de aplicação da iniciativa no local.

Para Juca do Guaraná, a proposta representa uma alternativa sustentável e inovadora para fortalecer a agricultura familiar e ampliar oportunidades no campo.

“A aquaponia é um modelo moderno, que alia produção de peixe e hortaliças de forma integrada, sustentável e com baixo impacto ambiental. É um projeto que gera renda, segurança alimentar e desenvolvimento para quem vive da produção rural”, destacou o parlamentar.

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O deputado também ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à diversificação da produção e ao fortalecimento do pequeno produtor.

“Investir em projetos como esse é olhar para o futuro da agricultura familiar. Nosso papel é apoiar iniciativas que tragam tecnologia, capacitação e condições reais para que o produtor possa crescer com dignidade”, afirmou.

A visita técnica faz parte de uma agenda de acompanhamento e incentivo a projetos estruturantes no estado, com foco na inovação, sustentabilidade e fortalecimento da economia local.

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve procurador-geral e empresária investigada por contratos da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu, nesta quarta-feira (8), o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, e a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva, investigada por contratos firmados com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) durante a pandemia da Covid-19. Enquanto o procurador respondeu aos questionamentos da relatoria da comissão, a empresária exerceu o direito constitucional ao silêncio em relação às perguntas realizadas pela relatoria da comissão.

Durante o depoimento, Francisco de Assis afirmou que a PGE exerce o controle prévio de legalidade dos processos administrativos, mas não tem competência para fiscalizar a execução dos contratos firmados pela administração pública. Segundo ele, cabe à PGE emitir pareceres jurídicos antes da formalização das contratações, enquanto a fiscalização posterior compete aos órgãos de controle interno e externo. Questionado sobre informações apresentadas pela comissão relativas a pagamentos realizados sem cobertura contratual, afirmou desconhecer os dados.

Na sequência, a comissão ouviu a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva. Convocada na condição de investigada, ela compareceu acompanhada por advogado e optou por exercer o direito ao silêncio, garantia assegurada pela Constituição Federal.

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Ao avaliar os depoimentos, a relatoria da CPI da Saúde informou que a equipe técnica fará o cruzamento das informações prestadas durante as oitivas com a documentação reunida ao longo da investigação, subsidiando a elaboração do relatório final da comissão.

A relatoria também informou que irá aprofundar a apuração sobre uma tentativa de ataque cibernético aos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde, mencionada durante o depoimento do procurador-geral. Conforme informado à comissão, o caso foi comunicado às autoridades competentes e a CPI aguarda informações da Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Investigação – A convocação da médica e empresária Virgínia Scaff está relacionada aos contratos firmados entre a empresa V. Scaff Gonçalves & Cia Ltda., conhecida como Clínica Rostey, e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) para a disponibilização de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto no Hospital Regional de Cáceres durante a pandemia da Covid-19.

Os contratos, superiores a R$ 4,2 milhões, são investigados por suspeitas de irregularidades. Conforme apurado pela CPI, a empresa, registrada como clínica de dermatologia e estética, não possuía experiência comprovada na gestão de UTIs. Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) também apontam indícios de fraude na dispensa de licitação.

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Ao encerrar a reunião, a relatoria da CPI da Saúde informou que o Plenário da Assembleia Legislativa aprovou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias. Também foi aprovada a convocação do médico Luiz Wagner Silveira Golembiowski para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados.

Fonte: ALMT – MT

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