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“Iniciar a carreira em uma das polícias mais bem equipadas do país é um orgulho e grande responsabilidade”, afirma novo soldado da PMMT

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“É um sentimento de orgulho e, ao mesmo tempo, de grande responsabilidade iniciar a carreira militar em uma das polícias mais bem equipadas do país. Isso reforça o compromisso de atuar com profissionalismo, preparo técnico, honrando a farda e a confiança que a sociedade deposita na PM de Mato Grosso”, afirmou o soldado Alef Ribeiro.

Alef veio do Estado de Rondônia para ser integrante da corporação militar mato-grossense e é um dos 204 novos policiais formados no 33º Curso de Formação de Soldados, que desde 12 de dezembro de 2025 passaram a integrar o quadro de praças da PMMT, reforçando e fortalecendo o combate à criminalidade em todo o Estado de Mato Grosso.

O soldado contou que a inspiração para ingressar na polícia veio de dentro de casa, onde seu pai e seu irmão são policiais civis de Rondônia, e que conheceu, do Estado vizinho, o trabalho da PMMT.

“Conheci a Polícia Militar de Mato Grosso por meio do trabalho que ela desenvolve diariamente nas ruas, bem como pelas ações ostensivas e preventivas que sempre estiveram presentes no meu cotidiano, como uma instituição séria, organizada e fundamental para a segurança da população”, conta.


Soldado Alef ao lado de seu irmão e pai, que são policiais civis (Crédito: Arquivo pessoal)

Ele destaca ainda que, durante o curso de formação, pode conhecer de perto os valores da instituição, que completou 190 anos em 2025, e a seriedade do trabalho e os investimentos que a corporação recebeu do Governo do Estado.

“Levo como principais aprendizados o controle emocional, o espírito de equipe, a resiliência e o respeito às normas, valores que levarei tanto para a carreira quanto para a vida pessoal. Durante o curso de formação, foi possível conhecer e ter contato com armamentos, equipamentos e tecnologias modernas, o que demonstra o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da segurança pública. Esses investimentos proporcionam melhores condições de trabalho ao policial e refletem diretamente na qualidade do serviço prestado à sociedade”, exclamou.

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Os 204 novos soldados da PM fazem parte da lista de aprovados do Concurso da Segurança Pública, realizado em 2022, e foram chamados em 2025 para reforço do efetivo, como uma das metas do Programa Tolerância Zero, e iniciaram a formação em abril deste ano, na sede da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap-PMMT), em Cuiabá.

Após a conclusão do 33º Curso de Formação de Soldados, os formandos foram distribuídos de maneiras equivalentes em todos os 15 Comandos Regionais e no Comando de Policiamento Especializado da Polícia Militar de Mato Grosso, em sua maioria no interior do Estado.

A soldado Yasmin Lara Magalhães França, que também se formou no 33º CFSD, afirma que sempre teve o sonho de ser uma policial militar e que tornou isso possível com a influência de familiares.

“Tinha o sonho de ser PM, mas acredito que o que mais influenciou foi a convivência de familiares e amigos. Sempre admirei o trabalho da gloriosa, de servir e proteger e acredito ser a profissão mais honrosa que uma pessoa possa ter. Ser policial vai além de sonho, tem que ter vocação e, no curso, aprendi muito mais sobre o que é trabalhar em conjunto, cuidar do seu parceiro e a disciplina que nos é passada durante o curso transforma nossa vida tanto profissional quanto pessoal”, pontua a soldado.

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A soldado também compartilha e destaca o sentimento de orgulho e honra de vestir a farda da Polícia Militar e atuar na segurança pública. “Me sinto muito honrada e com orgulho em pertencer a PMMT, pois temos os melhores equipamentos e servidores que não medem esforços para fazer acontecer. A PM está de parabéns, os investimentos são enormes e a tendência é só melhorar, pois trabalhamos com equipamentos modernos e de altíssima qualidade, graças ao trabalho de toda equipe envolvida nos estudos técnicos e afins”, afirmou.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, enfatiza que a paixão dos novos policiais ao trabalho é primordial para o bom desempenho das funções dentro da PM. “É muito gratificante poder contar com novos policiais que entram apaixonados pela profissão e que estão dispostos a servir e proteger os cidadãos mesmo com o risco da própria vida, pois o trabalho da Polícia Militar é, acima de tudo, um ato de coragem”.

O coronel Fernando destaca ainda que os investimentos do Governo do Estado e a valorização profissional na instituição tornam mais atraentes o sonho de ser policial militar em Mato Grosso.

“Mas também sabemos que esses novos soldados, assim como toda a corporação, contam com um respaldo imenso do Governo do Estado que nos proporcionou mais de R$ 237 milhões em investimentos mais que excelentes em armamentos, tecnologias e infraestrutura para que o trabalho seja exercido da melhor forma possível, protegendo toda nossa população e dando tolerância zero ao crime em nosso Estado”, finaliza o comandante-geral.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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