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Ação integrada da Força Tática e PRF apreende 73 quilos de supermaconha em Rondonópolis

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Uma ação integrada entre policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional e da Polícia Rodoviária Federal apreendeu, nesta quarta-feira (7.1), 73 quilos de skunk (supermaconha), durante abordagem em um trecho da MT-130, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). A ação gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 300 mil às facções criminosas.

Durante policiamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, por volta das 23h30, as equipes receberam informações sobre um condutor de um veículo modelo Volkswagen Saveiro, que estaria transportando grande quantidade de entorpecentes no município.

Conforme a denúncia, o suspeito planejava desviar de uma unidade operacional da PRF, na região do bairro Vila Operária. De forma integrada, as equipes intensificaram o policiamento e conseguiram localizar o motorista, que ao perceber aproximação dos policiais, fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.

No trajeto, o suspeito percorreu na contramão de diversas vias, ignorando ordens de parada e gerando risco aos pedestres e outros motoristas. O homem abandonou o carro e fugiu, na região da Rua Zulmira Aragão dos Santos.

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Em busca veicular, as equipes apreenderam 67 tabletes de skunk, pesando cerca de 73 quilos de entorpecentes. Os policiais conseguiram identificar o suspeito, de 29 anos, que até o momento não foi localizado. O material apreendido foi conduzido para demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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