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Polícia Militar apreende segundo adolescente suspeito de envolvimento na morte de mulher em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional apreenderam, na tarde desta terça-feira (16.12), o segundo adolescente supostamente envolvido na morte de Camila Elias Balbino. Ele foi localizado em Mirassol d’Oeste. O crime ocorreu na noite desta segunda-feira (15), em Cáceres. Um menor de 17 anos foi detido em flagrante, no município. Outros dois envolvidos foram localizados pela Polícia Judiciária Civil.

O corpo da vítima foi encontrado dentro de um veículo Fiat Uno, em uma região de mata, na zona rural. O carro era conduzido pelo primeiro adolescente, que perdeu o controle da direção, avançou contra uma cerca e parou somente em meio a um pasto. Após o acidente, ele fugiu.

Os policiais se deslocaram até o local do acidente. Em busca veicular, os militares identificaram o corpo da vítima, enrolado em um cobertor azul. As equipes realizaram o isolamento da área e acionaram a PJC e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), para darem início às investigações sobre as circunstancias e possível causa da morte da vítima.

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Com apoio de câmeras de segurança, os policiais militares conseguiram identificar o condutor do veículo. Os policiais foram até a casa do envolvido. Durante tentativa de abordagem, o menor quebrou um aparelho celular e se entregou.

As equipes não encontraram nenhuma arma de fogo ou algo ilícito, porém localizaram as roupas que ele estava utilizando momento antes de ser detido e um outro celular. O adolescente foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.


Resposta imediata

A ação integra a Operação Força Total – Resposta Imediata, vinculada ao Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, do Governo do Estado. Desde setembro, as forças policiais têm intensificado o policiamento em Cáceres, com reforço das equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática, Companhia Raio e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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