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Portaria fortalece ações de sustentabilidade na Comarca de Nova Mutum

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O Poder Judiciário de Mato Grosso publicou no Diário da Justiça Eletrônico de sexta-feira (12 de dezembro) a Portaria nº 75/2025, que regulamenta ações voltadas à promoção da sustentabilidade no âmbito da Comarca de Nova Mutum, alinhando a unidade às diretrizes ambientais e de responsabilidade socioambiental do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A norma estabelece medidas práticas para reduzir impactos ambientais nas atividades do fórum, com foco no uso racional de recursos naturais, na correta gestão de resíduos, na economia de energia e água e na adoção de práticas sustentáveis no cotidiano de magistrados, servidores, estagiários e colaboradores.

A Portaria também formaliza a atuação do(a) Gestor(a) de Sustentabilidade da Comarca, responsável por coordenar e acompanhar a implementação das ações previstas.

Entre as diretrizes definidas estão a redução do consumo de papel e de impressões, o estímulo à comunicação eletrônica, a separação e destinação adequada de resíduos recicláveis, a substituição gradual de materiais descartáveis, o uso consciente de equipamentos elétricos e a adoção de práticas que contribuam para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa.

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A Portaria também prevê ações de conscientização ambiental junto ao público interno, reforçando a cultura institucional de sustentabilidade e a integração da Comarca ao Plano de Logística Sustentável do TJMT.

As medidas passam a vigorar a partir da data de sua publicação, consolidando o compromisso do Judiciário com a preservação ambiental e a eficiência no uso dos recursos públicos.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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