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Prêmio Consensualidade reconhece comarcas e profissionais por empenho na mediação e conciliação

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Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – Cejuscs, bem como profissionais que atuam na mediação e conciliação no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso foram agraciados com o Prêmio Consensualidade, na manhã desta sexta-feira (28), durante o encerramento do 18º Fórum Nacional de Mediação e Conciliação – Fonamec, sediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).

Esta foi a primeira edição do Prêmio, que tem como objetivo incentivar e reconhecer boas práticas e ações inovadoras na utilização dos métodos consensuais de solução de conflitos. “Esse prêmio reconhece não só o trabalho que foi premiado, mas eu gostaria de deixar registrados todos aqueles que concorreram e participaram. Sintam-se todos premiados pelo esforço, pela dedicação, pelas ideias, pelo trabalho desenvolvido, por ter agarrado a mediação, a conciliação e conseguido levar a paz para muitas pessoas da nossa sociedade. Esse prêmio é um incentivo e um reconhecimento pelo trabalho que já era e continua sendo visto por nós”, disse o desembargador presidente do Nupemec/TJMT, Mário Roberto Kono de Oliveira.

A juíza coordenadora do Nupemec, Cristiane Padim da Silva, também enalteceu a todos os inscritos na premiação e pontuou que o Fonamec serviu de vitrine para que o Brasil conheça o trabalho realizado pelo Judiciário mato-grossense. “Foram reconhecidas práticas de inovação, atuação de mediadores, de juízes, de gestores nesse trabalho da consensualidade. O Brasil hoje pôde verificar, pôde sentir, pôde perceber o que Mato Grosso está fazendo para melhorar o diálogo, para melhorar a construção de soluções mais efetivas”.

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No total, 19 projetos foram inscritos em duas modalidades: Desempenho Operacional, que premiou Cejuscs e mediadores por performance, e Oficina de Parentalidade, com avaliação baseada em dados estatísticos. A outra modalidade abarcou Boas Práticas e Inovação, destacando ações de sucesso e projetos criativos voltados à otimização dos serviços de conciliação e mediação, com foco em clareza, impacto e transformação no TJMT e na sociedade. As categorias Boas Práticas e Inovação contaram com votação popular, que ocorreu durante o Fonamec.

Vencedores

Destaque em realização de audiência – Cejusc de Nova Mutum

Destaque em realização de acordos – Cejusc de Sorriso

Destaque em recebimento de processos – Cejusc de Chapada dos Guimarães

Destaque em oficinas de parentalidade virtuais – Cejusc de Alta Floresta

Mediador judicial destaque em realização de acordos – Michele Acosta Buzetti (Nupemec)

Categoria Boas Práticas – Cejusc de São José do Rio Claro

Categoria Inovação – Cejusc da Fazenda Pública

Reconhecido pelo destaque em recebimento de processos, o Cejusc de Chapada dos Guimarães foi representado pelo juiz coordenador, Leonísio Salles de Abreu Júnior, que demonstrou sua satisfação. “Este reconhecimento reforça o compromisso do Cejusc de Chapada dos Guimarães com a promoção da conciliação e da mediação, pilares fundamentais para uma Justiça mais célere e humanizada. Agradeço ao Nupemec pelo apoio constante e pela confiança em nosso trabalho. Esse resultado é fruto do empenho de toda a equipe, que diariamente se dedica para oferecer um atendimento de excelência à sociedade”, declarou.

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Vencedora na categoria Mediador Judicial, Michele Acosta Buzetti, que atua no Nupemec do TJMT, também se mostrou feliz. “É com muita honra e gratidão no coração que recebo esse prêmio. Acredito que é um avanço muito grande para o reconhecimento da nossa classe. Dedico a todos os colegas de profissão porque, na verdade, não é um prêmio para uma pessoa. São muitas mãos que constroem no dia a dia essa cultura de paz, principalmente os mediadores, que dão todo apoio profissional e emocional. E agradecer a todos os juízes e coordenadores por esse reconhecimento”.

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Autor: Celly Silva

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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35ª edição do Magistratura e Sociedade entrevista a filósofa Márcia Tiburi

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É amanhã! A 35ª edição do programa Magistratura e Sociedade vai ao ar nesta quinta-feira (28) com uma entrevista com a escritora e filósofa Márcia Tiburi. A conversa sobre “A mulher na vida pública e na sociedade globalizada” foi conduzida pelo juiz e professor de Filosofia Gonçalo de Antunes de Barros Neto, responsável pelo eixo Deontologia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).

“O grande medo do patriarcado é que as mulheres se tornem sujeitos, ou seja, que elas se tornem autônomas, que elas se tornem iguais, que elas se tornem sujeitos de direitos, mas, sobretudo, que elas se tornem soberanas na decisão política. O que é soberania? É a decisão sobre a própria vida”, destaca a entrevista.

Márcia Tiburi é graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É pós-doutora em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, atualmente projeta o pensamento intelectual brasileiro no exterior como professora convidada da Universidade Paris 8, na França.

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“As pessoas se interessavam muito mais por Filosofia do que hoje em dia. Ao mesmo tempo, a gente não tinha as redes sociais. Ao mesmo tempo, o interesse pela psicanálise, pela psicologia, pelo campo da saúde mental, em geral, cresceu loucamente diante da pandemia. Então, por que isso? Esse fenômeno eu acho muito interessante de analisar, porque, na verdade, as pessoas começaram a esperar respostas rápidas da psicanálise e do campo psi, de uma maneira geral”, pontua a entrevistada em trecho do programa.

Márcia foi integrante do Saia Justa, apresentou o programa Entrevista no Canal Futura e, mais recentemente esteve à frente do podcast Pode. Atualmente, além de colunista nas revistas Cult e Liberta, ela participa do programa Precisamos Conversar, do ICL.

O programa Magistratura e Sociedade, produzido pela Esmagis-MT com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, busca fortalecer a formação humanística da magistratura, a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça, a integração entre ciência, virtudes e prática jurisdicional e a promoção de uma atuação judicial mais ética, equilibrada e humanizada.

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Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=tsjycTtLrrs

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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