Tribunal de Justiça de MT

Corregedoria vai capacitar notários e registradores sobre LGPD e Lavagem de Dinheiro

Publicado em

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), em parceria com a Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg-MT), promoverá um ciclo de capacitação virtual sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição em Massa (PLD/FTP).

Os treinamentos direcionados a notários, registradores, prepostos das serventias extrajudiciais, servidores e magistrados diretores de Foro serão realizados nos dias 02 e 04 de dezembro, das 13h30 às 17h30, por meio da plataforma Microsoft Teams. O objetivo é aprimorar o conhecimento técnico e jurídico dos profissionais, promovendo qualidade, segurança jurídica e eficiência nos serviços extrajudiciais.

O ciclo contará com dois módulos distintos. O primeiro, dedicado à LGPD, será realizado no dia 02 de dezembro (terça-feira) e abordará os fundamentos e princípios da lei, sua aplicabilidade nos serviços notariais e de registro, além das responsabilidades dos cartórios e boas práticas de governança de dados. Será ministrado pela registradora e tabeliã do 2º Ofício de Primavera do Leste e especialista em Direito Digital e Proteção de Dados, Velenice Dias de Almeida.

Leia Também:  Comarca de Barra do Bugres abre processo seletivo para profissionais de Psicologia e Serviço Social

Já o segundo módulo será sobre PLD/FTP e ocorrerá quinta-feira (04). Ele tratará dos conceitos e obrigações legais dos notários e registradores, identificação de operações suspeitas e comunicação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), com estudos de caso e boas práticas. Este módulo será conduzido pela registradora e tabeliã do 2º Ofício de Rondonópolis, especialista em Compliance e PLD/FTP, Maria Aparecida Bianchin.

Para a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, esta capacitação reforça o compromisso da CGJ-TJMT em proporcionar formação contínua, garantindo que os profissionais estejam cada vez mais preparados para atuar em um cenário em constante evolução.

“Além disso, ela atende às determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contidas no Acórdão de Inspeção nº 3439-72, que estabelece a necessidade de programas de treinamento sobre a LGPD e a PLD/FTP”, pontua.

Os interessados em participar podem se inscrever pelo link: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-e067-08de26c3a251

Programação

1º Módulo – LGPD: Lei Geral de Proteção de Dados

Data: 02 de dezembro de 2025 (terça-feira)

Horário: 13h30 às 17h30

Leia Também:  Judiciário define diretrizes de auditoria e capacitação para o exercício de 2026

2º Módulo – PLD/FTP: Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição em Massa

Data: 04 de dezembro de 2025 (quinta-feira)

Horário: 13h30 às 17h30

Inscrições: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-e067-08de26c3a251

Descrição da imagem: Poster do evento, no cabeçalho uma imagem de mulher, ela está sentada em um escritório e escreve em um caderno. Ao fundo uma estante com vários livros. Além disso, imagens de gráficos e dados são projetadas acima deste caderno. Junto aparece o título Ciclo de capacitação 2025, LGPD e Lavagem de Dinheiro. Abaixo da imagem dados como dia, horário do evento, plataforma de transmissão, descrição do evento, palestrantes e link para inscrição. No rodapé as logos da Anoreg/MT e Corregedoria.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Published

on

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

Leia Também:  Poder Judiciário de Mato Grosso

Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

Leia Também:  CNJ entrega Prêmio Eficiência Tributária a Tangará após termo que extingue 15 mil execuções fiscais

Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA