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Escola Pública de Trânsito encerra o ano com 2.305 certificados emitidos e cerca de 112 mil horas de capacitação

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Ao longo de 2025, a Escola Pública de Trânsito do Detran-MT realizou 112.112 horas de capacitação, gerando 2.305 certificados. As ações alcançaram 104 municípios do Estado demostrando a expansão da oferta de cursos, fortalecimento das parcerias institucionais e a modernização da infraestrutura voltada ao ensino em segurança viária.

Foram realizados oito cursos distribuídos em 13 turmas, além de quatro eventos de capacitação e da outorga da Medalha Mérito da Segurança Viária. O destaque do período foi a qualificação de 1.610 agentes de segurança viária, entre servidores do Detran-MT, policiais militares e guardas municipais.

Também foram realizadas capacitações de Direção Defensiva, Atualização de Examinador de Trânsito, Formação de Instrutor de Trânsito e de Vistoriador Veicular, em modalidades presenciais, remotas, EaD e híbridas.


Curso Noções de Técnicas de Controle e Submissão

O ano também foi marcado pela regulamentação do cadastro de professores e pelos avanços relacionados à remuneração da hora-aula, alinhados à nova legislação estadual sobre serviços instrutórios.

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“Os resultados apresentados reforçam o papel estratégico da Escola Pública de Trânsito na consolidação de políticas educativas voltadas à segurança viária e na implementação de ações alinhadas ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS)”, pontuou o Presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.

A Coordenadora da Escola Pública de Trânsito, Renata Freitas, destacou que, com a expansão contínua das atividades desde o ano de 2022, a Escola reafirma o seu compromisso com a qualificação de profissionais e com a democratização do acesso ao conhecimento na área de trânsito, consolidando-se como referência estadual na formação e capacitação em segurança viária.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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