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Julgamento de trio acusado por duplo homicídio no Shopping Popular será retomado nesta quinta-feira

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O julgamento dos três acusados pelo duplo homicídio ocorrido em 23 de novembro de 2023, no Shopping Popular de Cuiabá, será retomado nesta quinta-feira (13), às 9h, no Fórum da Capital. A sessão é presidida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal, e integra as ações do Mês Nacional do Júri, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Andamento do julgamento

A sessão do Tribunal do Júri teve início na manhã desta quarta-feira (12) e contou com oitiva de testemunhas, interrogatórios dos réus e início dos debates orais. Após a sustentação do Ministério Público, no início da noite, as defesas começaram os debates. Depois haverá pausa para o jantar e a suspensão para prosseguir o julgamento amanhã (13).

Resumo do caso

De acordo com a denúncia do Ministério Público, mãe e filho, Jocilene Barreiro da Silva e Vanderley Barreiro da Silva, teriam encomendado a morte do lojista Gersino Rosa dos Santos por vingança pela morte de um familiar. O executor contratado, Sílvio Júnior Peixoto, teria entrado no Shopping Popular, se aproximado pelas costas de Gersino e efetuado dois disparos na nuca.

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Um dos projéteis atravessou o corpo de Gersino e atingiu o vendedor Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, que estava na linha de tiro, causando também sua morte.

Saiba mais:

Acompanhe: réus por duplo homicídio no Shopping Popular são julgados pelo Tribunal do Júri

Autor: Dani Cunha

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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