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Peça teatral ‘Inocentes Pétalas Roubadas’ alcança 3 mil pessoas

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína promoveu, nos dias 30 e 31 de outubro, sete apresentações no Município da peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas”, encenada pela Cia Vostraz. A iniciativa teve como objetivo conscientizar crianças, adolescentes e toda a comunidade escolar sobre temas sensíveis e fundamentais, como o combate ao abuso sexual infantil, bullying e a proteção do patrimônio público escolar.As apresentações ocorreram nas escolas do município, contemplando 16 unidades de ensino fundamental e reunindo um público estimado em 3 mil pessoas, entre alunos do ensino fundamental, pais, professores e colaboradores. A atividade buscou levar informação e reflexão de forma lúdica e acessível, utilizando a arte como ferramenta de transformação social.Segundo o promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, a iniciativa reforça o compromisso do Ministério Público de Mato Grosso com a proteção integral das crianças e adolescentes. “Ao levar essa peça para dentro das escolas, conseguimos dialogar com os estudantes sobre temas delicados, mas essenciais, de maneira acolhedora e impactante. Nosso objetivo é prevenir e ao mesmo orientar”, declarou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.

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Foto: Reprodução YouTube.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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