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Comarca de Nova Mutum divulga edital para credenciamento de fisioterapeuta

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A Comarca de Nova Mutum divulgou o Edital nº 8/2025, que trata do processo seletivo para credenciamento de profissional da área de Fisioterapia. Conforme o documento publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de segunda-feira (13 de outubro), o objetivo é formar um cadastro de reserva para atendimento a magistrados e servidores do foro.

As inscrições estarão abertas no período de 20 de outubro a 8 de novembro de 2025 e deverão ser realizadas exclusivamente pelo endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br/, incluindo sábados, domingos e feriados. Não será cobrada taxa de inscrição.

Entre os requisitos gerais para o credenciamento estão: ter mais de 21 anos, não possuir antecedentes criminais, não exercer cargo público inacumulável e ser selecionado no processo seletivo. Já os requisitos específicos incluem ser bacharel em Fisioterapia, com registro no respectivo Conselho Regional, podendo ser exigida comprovação de experiência profissional após a graduação.

O prazo de validade do processo seletivo será de dois anos, contados da homologação no DJE, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. O credenciamento do profissional terá duração inicial de 24 meses, também com possibilidade de prorrogação.

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Mais informações sobre a documentação exigida, critérios de avaliação e pontuação podem ser consultadas no edital completo, disponível no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

O documento é assinado pela juíza de Direito e diretora do foro, Ana Helena Alves Porcel Ronkoski, e segue as regras do Provimento TJMT/CM nº 17/2023.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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