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Corrida do Judiciário terá premiação em dinheiro, medalhas e troféus

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Marcada para 9 de novembro, a 7ª Corrida do Judiciário premiará os vencedores da categoria público geral nos percursos de 10 km e 5 km. Além de medalhas e troféus, os três primeiros colocados, masculino e feminino, receberão premiação em dinheiro.
10 km – Público geral: 1º lugar R$ 800,00; 2º lugar R$ 600,00; 3º lugar R$ 400,00.
5 km – Público geral: 1º lugar R$ 600,00; 2º lugar R$ 400,00; 3º lugar R$ 200,00.
Haverá, ainda, medalha especial para o primeiro colocado (masculino e feminino) de cada faixa etária nas modalidades público geral e servidor ou magistrado do Judiciário de Mato Grosso. Na categoria PCD, o atleta que chegar em primeiro lugar receberá troféu.
A 7ª Corrida do Judiciário tem por objetivo promover integração social, saúde e cidadania. A prova terá percursos de 2 km (caminhada), 5 km e 10 km (corrida), com as seguintes categorias: público geral – masculino e feminino; servidor ou magistrado, masculino e feminino; e pessoas com deficiência (PCD), masculino e feminino.
O evento é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (AMAM). As inscrições seguem abertas e podem ser realizadas enquanto houver vagas pelo site da Acrono Esportes (www.acronoesporter.com.br/eventos).
Para esta edição, os corredores receberão, no kit atleta sustentável, camiseta com tecido tecnológico e biodegradável, mochila, garrafa reutilizável (squeeze), número de peito, chip eletrônico. Todos os participantes que concluírem a prova receberão medalhas. Já os troféus serão concedidos aos três primeiros colocados de cada categoria.
Valores de inscrição:
R$ 150,00 para a comunidade em geral, magistrados e servidores do Poder Judiciário (acréscimo de taxa administrativa de R$ 10,00).
R$ 75,00 para idosos (60+), também acrescido da taxa administrativa de R$ 10,00.
Gratuita para PCDs, mediante apresentação de atestado ou laudo médico emitido nos últimos 90 dias.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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