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Judiciário de Mato Grosso cria cartilha de regularização fundiária urbana

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça, criou a Cartilha de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), elaborada em razão da Semana Solo Seguro – Amazônia, realizada em todo o país na última semana de agosto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O material foi produzido dentro do Sistema de Regularização Fundiária da Corregedoria, com participação do Núcleo de Governança de Terras e Regularização Fundiária (Nugoterf) e da Comissão de Assuntos Fundiários e Registros Públicos (CAF/MT), sob coordenação do corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

A cartilha orienta gestores públicos, cartórios e cidadãos sobre as etapas da regularização previstas na Lei Federal nº 13.465/2017 (Reurb). De forma didática, explica as modalidades de regularização (Reurb-S, para interesse social, e Reurb-E, para interesse específico), as fases do procedimento, a importância da participação da comunidade e a cooperação entre municípios e cartórios de imóveis.

Segundo o corregedor, a publicação é um passo estratégico para ampliar o acesso ao direito à moradia, fortalecer a função social da propriedade e garantir segurança jurídica em Mato Grosso.

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O material também reforça o papel do Sistema de Regularização Fundiária da Corregedoria, que reúne diretrizes e boas práticas sobre o tema em parceria com comissões municipais e o Programa Regularizar. A cartilha ficará disponível no site da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, após homologação.

“A cartilha é um instrumento de cidadania. Ela aproxima a sociedade do processo de regularização fundiária e reforça o compromisso do Poder Judiciário com uma política pública que visa o desenvolvimento sustentável e a justiça social”, concluiu o corregedor-geral.

Leia o Provimento 30, que trata do Nugoterf

Autor: Alcione dos Anjos

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Juízes criminais de Mato Grosso participam do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa

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Magistrados com competência criminal em Mato Grosso participam, durante o mês de junho, do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa ocorre entre os dias 1º e 30 de junho em todo o país e tem como objetivo reavaliar processos criminais e de execução penal à luz da legislação vigente e das decisões dos tribunais superiores.

A participação do Poder Judiciário de Mato Grosso foi comunicada aos magistrados por meio de ofício conjunto da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT) e do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF-TJMT), orientando as unidades judiciárias sobre os temas que deverão ser analisados durante o mutirão.

Os trabalhos serão realizados pelos próprios juízes e juízas nas unidades com competência criminal, que deverão revisar processos previamente identificados de acordo com os critérios estabelecidos pelo CNJ.

Nesta edição, o mutirão terá como foco cinco temas prioritários: a reavaliação das prisões cautelares de gestantes, mães e mulheres responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência; a análise de decisões de monitoração eletrônica aplicadas a pessoas com transtorno mental submetidas a medidas de segurança; a revisão de prisões preventivas com excesso de prazo; a verificação de incidentes vencidos e processos com penas extintas ou prescritas registrados no Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU); e a análise de casos que possam ser alcançados pelos decretos de indulto natalino de 2024 e 2025.

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Segundo o CNJ, os mutirões processuais penais integram as ações do Plano Pena Justa, política nacional criada para enfrentar problemas estruturais do sistema prisional brasileiro. A realização de revisões processuais periódicas busca garantir o cumprimento da legislação, aprimorar a gestão do sistema penal e assegurar os direitos das pessoas privadas de liberdade.

Realizados desde 2008, os mutirões processuais penais promovidos pelo CNJ já reavaliaram milhares de processos em todo o país. Na edição anterior, mais de 127 mil processos foram analisados, resultando em cerca de 44 mil alterações processuais.

Os resultados do mutirão serão consolidados e encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça ao final dos trabalhos.

Com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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