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Judiciário alerta: golpistas usam nome de comarcas e do TJMT para aplicar fraudes virtuais

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A campanha Justiça Segura – Não Caia no Golpe, promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, segue reforçando os cuidados que a população deve ter para evitar cair em fraudes. Desta vez, o alerta é para um tipo recorrente de golpe em que os criminosos se passam por servidores do Tribunal de Justiça ou de fóruns do interior para enviar intimações falsas por e-mail ou WhatsApp.

Com mensagens que aparentam ser oficiais, os golpistas incluem nomes de comarcas, linguagem jurídica e links suspeitos que podem roubar dados, instalar vírus ou induzir ao pagamento de taxas inexistentes.

Essas mensagens não são verdadeiras: o Tribunal não envia boletos nem solicita dados bancários por e-mail, telefone ou aplicativos de mensagem, e não possui nenhum setor com o nome “Setor de Intimações”.

As intimações oficiais do Poder Judiciário são feitas exclusivamente por oficiais de justiça identificados, com nome, matrícula funcional e número do mandado judicial.

Em caso de dúvida, o cidadão não deve clicar em links, nem compartilhar a mensagem. A orientação é verificar diretamente com o fórum da comarca ou com o TJMT por meio dos canais oficiais: www.tjmt.jus.br ou telefone (65) 3617-3000.

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A campanha também está sendo amplamente divulgada no perfil oficial do TJMT no Instagram (@tjmtoficial) e por vídeos como o disponível no canal do TJMT no YouTube.

Assista ao vídeo

Confira outras matérias sobre a campanha:

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Judiciário de Mato Grosso lança campanha contra golpes virtuais: Justiça Segura – Não Caia no Golpe

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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