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Castramóvel entra na 2ª fase e amplia castrações em Cuiabá e VG

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Com recursos viabilizados pelo Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público de Mato Grosso (Bapre), o Projeto Castramóvel entra em sua segunda etapa, ampliando o atendimento aos gatos em situação de vulnerabilidade em Cuiabá e Várzea Grande.
Nesta nova fase, o projeto contempla animais de colônias errantes, ONGs, protetores independentes e cuidadores cadastrados. Animais com tutores fixos não estão incluídos nesta etapa. A iniciativa, que conta com o apoio da 15ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural.
“Trata-se de um avanço substancial na promoção do bem-estar animal. Com o suporte dos recursos disponibilizados pelo Banco de Projetos e Entidades (BAPRE), foi possível ampliar o controle populacional de animais errantes e comunitários,” destacou a promotora de Justiça, Ana Luíza Avila Peterlini.
A execução do projeto é feita em parceria com a Associação Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar) e a Associação Mato-grossense Voz Animal (AVA), com apoio técnico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Segundo Susielene Rodrigues Monteiro, presidente da Lunaar, os atendimentos vão além do entorno da UFMT. “Estamos alcançando colônias localizadas em diversos bairros de Cuiabá e também em Várzea Grande, além de atender ONGs e cuidadores devidamente identificados”, destaca.
Com o encerramento do primeiro ciclo em dezembro de 2024, um novo projeto foi protocolado para garantir a continuidade da iniciativa. Até o momento, mais de 160 animais já foram castrados, e a expectativa é atingir o número de 540 procedimentos realizados em um período de 10 semanas.
Após a castração, os animais recebem identificação para controle e monitoramento e devolvidos na sua colônia.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho

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A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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