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Fluminense vence Al-Hilal em jogo eletrizante e está na semifinal do Mundial de Clubes

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Em uma partida repleta de emoções e reviravoltas, o Fluminense carimbou sua passagem para a semifinal do Super Mundial de Clubes ao superar o Al-Hilal-ARA por 2 a 1, nesta sexta-feira, no Camping World Stadium, em Orlando. A equipe carioca demonstrou garra e eficácia para avançar na competição e agora aguarda um adversário de peso na próxima fase.

O Tricolor das Laranjeiras abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos 39 minutos, com o meio-campista Martinelli, que finalizou com precisão no ângulo, sem chances para o goleiro Bono. O Al-Hilal, no entanto, não se deu por vencido e buscou o empate na etapa final, aos cinco minutos, com Marcos Leonardo, após uma cabeçada de Koulibaly em cobrança de escanteio. A virada heroica do Fluminense veio dos pés de Hércules, que aos 24 minutos do segundo tempo, garantiu o gol da vitória e a classificação.

Na semifinal, o Fluminense terá pela frente o vencedor do clássico aguardado entre Palmeiras e Chelsea, que se enfrentam ainda nesta noite, às 22h (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O confronto decisivo que definirá um dos finalistas ocorrerá na próxima terça-feira (8), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

O Jogo 

O duelo iniciou com ambas as equipes adotando uma postura cautelosa, priorizando a marcação e evitando espaços. O primeiro chute a gol só foi registrado aos 17 minutos, em uma tentativa de Nonato para o Fluminense. O Tricolor manteve maior posse de bola e assustou novamente aos 38, em chute cruzado de Freytes. O Al-Hilal, por sua vez, tentava se aproximar da área adversária, principalmente em bolas paradas, mas sem sucesso efetivo.

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A insistência do Fluminense foi recompensada aos 39 minutos, quando Martinelli recebeu dentro da área e finalizou de forma impecável, abrindo o placar. O gol animou o time árabe, que quase empatou nos acréscimos do primeiro tempo, em cabeçada de Koulibaly que exigiu uma grande defesa de Fábio. A arbitragem chegou a marcar um pênalti para o Al-Hilal, mas, após revisão do VAR, a decisão foi anulada, e o Fluminense foi para o intervalo com a vantagem.

Na volta para o segundo tempo, o Al-Hilal começou pressionando intensamente e alcançou o empate rapidamente. Aos cinco minutos, após escanteio e escorada de Koulibaly, Marcos Leonardo mandou para as redes. O Fluminense teve uma chance de ouro para reassumir a liderança aos nove minutos, quando Cano se viu livre na área após um recuo errado, mas Bono se esticou para desviar a bola. A partida ficou aberta, com os dois times buscando o gol.

A qualidade do Fluminense prevaleceu aos 24 minutos. Hércules recebeu passe na área e chutou cruzado, sem dar chances ao goleiro Bono, garantindo o segundo gol tricolor. Mesmo com a vantagem, o Fluminense não recuou e quase ampliou com Samuel Xavier, em chute de fora da área que Bono defendeu. Nos minutos finais, o Al-Hilal tentou uma pressão em busca do empate, mas a defesa do Fluminense soube segurar o resultado, confirmando a importante classificação.

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FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE (BRA) 2 X 1 AL-HILAL (ARA)

Local: Estádio Camping World, em Orlando (Estados Unidos)
Data: 04/07/2025
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Danny Makkelie (Holanda)
Assistentes: Hessel Steegstra (Holanda) e Jan de Vries (Holanda)
Cartões amarelos: Freytes, Thiago Silva e Martinelli (Fluminense); Milinkovic-Savic, Ruben Neves, Koulibaly e Renan Lodi (Al-Hilal)
GOLS: Martinelli, aos 39′ do 1º T e Hércules, aos 24′ do 2º T (FLUMINENSE); Marcos Leonardo, aos 5′ do 2º T (AL-HILAL)

FLUMINENSE: Fábio, Ignacio, Thiago Silva e Freytes; Samuel Xavier (Guga), Facundo Bernal (Thiago Santos), Martinelli (Hércules), Nonato (Lima), Jhon Arias e Gabriel Fuentes; Germán Cano (Everaldo). Técnico: Renato Gaúcho

AL-HILAL: Bono, João Cancelo (Al-Juwayr), Koulibaly, Al-Harbi (Al-Bulayhi) e Renan Lodi; Nasser Al-Dawsari (Kaio Cesar), Rúben Neves e Milinkovic-Savic; Malcom (Musab), Kanno (Hamdallah) e Marcos Leonardo. Técnico: Simone Inzaghi

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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