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Vacina contra meningite muda para proteger mais os bebês de 12 meses

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Mato Grosso passou a oferecer, nesta terça-feira (1º.7), a vacina meningocócica conjugada ACWY como dose de reforço para as crianças de 12 meses de idade, no Calendário Nacional de Vacinação, no lugar da vacina meningocócica conjugada tipo C, que era aplicada até então para essa faixa etária.

A medida, orientada pelo Ministério da Saúde, tem o objetivo de ampliar a proteção das crianças pequenas contra a meningite meningocócica, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, incluindo os sorogrupos A, W e Y, responsáveis por quadros graves da doença no Brasil.

“A imunização é a forma mais segura e eficaz de proteger as crianças contra a meningite. Por isso, peço que os mato-grossenses levem seus filhos ao posto de saúde mais próximo para aplicar a dose contra a doença e manter o cartão de vacinação atualizado”, disse o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o coordenador estadual de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Marx Camarão, as doses da vacina meningocócica conjugada ACWY estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todos os municípios de Mato Grosso, mas o novo esquema vacinal só vale para quem ainda não tomou o reforço.

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“As crianças que já receberam o reforço com a vacina tipo C não precisam procurar os postos de saúde novamente para serem revacinadas, pois já estão protegidas. Já as crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, que ainda não receberam a dose de reforço devem ser levadas para se imunizarem”, ressaltou.

A vacina meningocócica tipo C continua sendo aplicada nos bebês aos três meses e aos cinco meses.

Já a vacina meningocócica ACWY passa a ser aplicada como reforço aos 12 meses e segue sendo dada em dose única para quem tem entre 11 e 14 anos de idade.

A SES já distribuiu 52.013 doses da vacina meningocócica ACWY e 72.379 da meningocócica tipo C aos municípios neste ano. Ao todo, foram aplicadas 23.886 vacinas do tipo ACWY em crianças e adolescentes de 11 a 14 anos e 60.394 doses do tipo C em crianças de 3 meses a 4 anos.

Sobre a doença

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas.

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A mudança do tipo de vacina para crianças de 12 meses faz parte das estratégias para a eliminação das meningites como problema de saúde pública até 2030, alinhadas ao plano global da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O número de casos confirmados de meningite em Mato Grosso passou de 65, em 2020, para 113, em 2024. Já os óbitos aumentaram de 8 para 24 no mesmo período. Até 10 de junho de 2025, foram registrados 27 casos e 6 mortes por meningite no Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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