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Emenda de Thiago Silva garante novas ambulâncias para o Samu de Rondonópolis

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) garantiu a destinação, neste ano, de R$ 1 milhão em emenda parlamentar para a compra de novas ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Rondonópolis. O recurso viabilizado pelo parlamentar já está depositado na conta da prefeitura, e nos próximos dias deverá iniciar o processo de licitação para aquisição de duas ambulâncias.

“O nosso objetivo com a destinação deste recurso, é fortalecer o Samu e melhorar o atendimento de emergência na cidade. O dinheiro está disponível desde o ano passado, e a população não pode esperar mais”, afirmou o deputado. Thiago fez visita à base do Samu e buscou informações sobre a execução da emenda junto à coordenação local.

Além do recurso para as ambulâncias, o deputado também destinou outras duas emendas para a saúde de Rondonópolis: R$ 500 mil para a aquisição de um aparelho de endoscopia (2023) e R$ 2 milhões para cirurgias eletivas (2024). Todos os valores já foram liquidados e depositados no Fundo Municipal de Saúde, porém ainda aguardam início do processo administrativo de compra por parte da prefeitura.

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Cobrança – Preocupado com a demora na execução dos recursos, Thiago Silva protocolou um ofício, em fevereiro, na Secretaria Municipal de Saúde, com cópia para o Conselho Municipal de Saúde, exigindo explicações sobre o recurso não utilizado na gestão anterior. “Não podemos admitir que recursos essenciais fiquem parados enquanto a população sofre com a falta de estrutura. O nosso compromisso é com a vida”, argumentou.

Thiago segue fiscalizando o uso dos recursos e cobrando agilidade na aquisição, por parte da prefeitura de Rondonópolis, das ambulâncias e na execução dos demais projetos. “A saúde é prioridade, e esses R$ 1 milhão precisam virar ambulâncias o mais rápido possível. Vamos acompanhar de perto até que tudo seja devidamente aplicado”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT retira de pauta projeto que revoga reserva extrativista na Região Norte

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A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta terça-feira (19) a primeira reunião ordinária de 2026. De quatro matérias aptas à discussão e votação, os deputados retiraram de pauta o Projeto de Decreto Legislativo 11/2025, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL).

Essa proposta, susta os efeitos do Decreto nº. 9.521, de 19 de junho de 1996, do Governo do Estado que cria a área da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, totalizando aproximadamente 164 hectares.

O deputado Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que é presidente da comissão, defendeu a revisão de medidas ambientais que, segundo ele, têm prejudicado produtores rurais que ocuparam áreas da região amazônica de boa-fé há décadas. Nininho afirmou que muitas famílias enfrentaram dificuldades históricas, como isolamento, doenças e falta de infraestrutura, para desenvolver a produção rural.

Nininho criticou ainda a criação de reservas e parques sem a devida regularização fundiária e indenização aos moradores, alegando que produtores acabam impedidos de trabalhar e responsabilizados até mesmo por incêndios em áreas protegidas. Ele afirmou também que é necessário conciliar a preservação ambiental com justiça social, garantindo segurança jurídica às famílias que vivem e produzem nessas regiões.

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Já o deputado Júlio Campos (União) fez um apelo à Comissão de Revisão Territorial para uma análise com “muito carinho”. Segundo ele, a proposta busca revogar os efeitos do Decreto nº 952/2016, assinado pelo então governador Pedro Taques, que criou a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no município de Colniza, abrangendo uma área de aproximadamente 164 mil hectares.

Durante a defesa do projeto, Júlio Campos relembrou que a região foi destinada à colonização entre os anos de 1983 e 1986, quando governou Mato Grosso, dentro de uma política federal de ocupação da Amazônia Legal. Segundo ele, mais de 200 famílias foram assentadas na área e permanecem produzindo café, cacau e gado há cerca de 40 anos.

O parlamentar afirmou que muitos produtores enfrentaram dificuldades como malária, isolamento e perdas familiares para permanecer na região e criticou a criação da reserva sobre áreas já ocupadas. “Ninguém quer acabar com a reserva, mas não podemos acabar com os produtores rurais”, declarou, defendendo que a unidade de conservação seja rediscutida em áreas devolutas e sem ocupação produtiva.

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Fonte: ALMT – MT

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