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Wilson Santos comemora a inauguração da sexta ponte que interliga Cuiabá e Várzea Grande

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Após mais de uma década, foi inaugurada a maior e sexta ponte sobre o rio Cuiabá, interligando Cuiabá e Várzea Grande. A cerimônia ocorreu na sexta-feira (25) e contou com a presença de autoridades políticas e da comunidade local. A estrutura, com 392 metros de extensão, foi batizada com o nome da saudosa professora Sarita Baracat de Arruda, por meio da Lei n.° 10.834/2019, proposta pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD).

Sarita Baracat foi uma figura de destaque no cenário político, na década de 50, impulsionando a participação feminina na política. Segundo o parlamentar, a escolha do nome é uma homenagem pelos relevantes serviços prestados por Sarita ao município de Várzea Grande – onde foi vereadora e a primeira mulher a assumir a prefeitura municipal – e ao estado de Mato Grosso, como deputada estadual e secretária de Estado.

“Que notícia maravilhosa! O governador entregou essa importante ponte, que vai contribuir muito com a mobilidade urbana da região metropolitana. Ela foi idealizada, licitada e iniciada no governo de Pedro Taques, e agora, concluída no governo de Mauro Mendes (UB). É isso que a população quer! Parabéns para Cuiabá e Várzea Grande! Quem ganha é toda a região metropolitana”, comemorou Wilson Santos.

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A obra, licitada em 2013, recebeu investimentos de R$ 79,2 milhões do governo estadual e vai facilitar a mobilidade urbana, conectando os bairros Parque do Lago, em Várzea Grande, e Parque Atalaia, em Cuiabá.

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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