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Apresentações teatrais do projeto entram na reta final esta semana

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A temporada de 2025 do projeto Prevenção Começa na Escola entra na reta final esta semana, com apresentações da peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas” nas cidades de Ribeirão Cascalheira (22), Canarana (23), Campinápolis (24) e Novo São Joaquim (25). Este ano, a iniciativa da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, do Ministério Público de Mato Grosso, beneficiará 16 municípios no estado, divididos em cinco etapas.Na manhã desta segunda-feira (22), estudantes se reuniram na Quadra Poliesportiva Manoel Soares Nava – “Nequinha” para acompanhar a apresentação da peça que aborda temas sensíveis como o abuso sexual infantil, bullying e proteção ao patrimônio público escolar.“A peça é muito instrutiva ao aclimatar as crianças com a ideia de que é necessário comunicar e denunciar abuso sexual infantil e outras práticas correlatas. Acredito que é uma iniciativa muito importante da Procuradoria Especializada trazer essa peça para o interior, para os rincões do Estado de Mato Grosso, sobretudo para que possamos ter um combate efetivo desse tipo de crime. Essa prática é muito bem-vinda e esperamos que chegue a todas as comarcas do Estado”, declarou o promotor de Justiça Marco Antonio Prado Nogueira Perroni.A aluna Heloísa Valentina, de 10 anos, que estuda na Escola Municipal Profª Maria do Socorro Luz Reis Leite, disse que gostou muito da peça. “Gostei muito da parte em que o policial entrou e prendeu aquele homem que não era nada legal. A peça foi super boa, dou nota 10”, declarou. E a secretária municipal de Educação, Maísa Piovezana Gusthmann Viecili, agradeceu ao MPMT pela visita do projeto. “Gostei muito, achei que os meninos ficaram super concentrados e acredito que isso vai surtir resultados. Vocês estão de parabéns, muito obrigada”, afirmou.Conforme o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, idealizador da iniciativa, o “Prevenção Começa na Escola”, desenvolvido pelo MPMT em parceria com a Cia. Vostraz, leva informações essenciais e oferece esclarecimentos aos profissionais da educação, autoridades locais e, especialmente, ao público infanto-juvenil.Na semana passada, o projeto esteve em Porto Alegre do Norte no dia 15 (terça-feira) e em São José do Xingu no dia 16 (quarta-feira), beneficiando cerca de 800 crianças e adolescentes. As apresentações foram realizadas, respectivamente, na Igreja Madureira e na Escola Municipal Maria Marlene de Morais.A montagem atual da peça “Inocentes Pétalas Roubadas” tem no elenco Maicon D’Paula, que é o diretor da Cia. Vostraz, e os atores Jorge Fernandez, Safiri Viscony e Fernanda Acosta.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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