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Operações Lei Seca abordam 461 veículos e submetem 498 condutores ao teste do bafômetro

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Operações Lei Seca realizadas no final de semana em quatro cidades de Mato Grosso resultaram na abordagem de 461 veículos e em 498 pessoas submetidas ao teste de alcoolemia. As operações ocorreram em Cuiabá, Cáceres, Nova Mutum, e Tangará da Serra. Os dados constam do relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), divulgado nesta segunda-feira (07.4).

Também foram removidos 110 veículos, entre carros e motocicletas, e 32 pessoas detidas por conduzirem seus veículos embriagados. Além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade. A multa inicial para quem dirigir embriagado é R$ 2,9 mil e pode chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência. O motorista também tem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa e perde o direito de dirigir por um período de até 12 meses.

Em Cuiabá, na madrugada deste domingo (06.4), as abordagens ocorreram na Miguel Sutil, no bairro Santa Helena, com um total de 41 veículos removidos, sendo 27 carros e 14 motocicletas, e 88 autos de infração lavrados. Também foram feitas nove atuações criminais, sendo oito por embriaguez ao volante, uma delas combinando outro delito de trânsito, e uma por porte ilegal de droga.

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Em Cáceres, as abordagens foram realizadas na noite de sábado (05.4), na Rua da Tapagem, a partir das 22h. A ação resultou na remoção de 12 veículos — nove carros e três motocicletas — e na emissão de 26 autos de infração de trânsito. Nove pessoas foram detidas por embriaguez ao volante.

Em Nova Mutum, a operação ocorreu na noite de sábado, na Avenida Uirapurus, no Centro da cidade. Ao todo, 14 veículos foram removidos, sendo 10 carros e quatro motos, e 51 autos de infração de trânsito aplicados. Cinco condutores foram presos embriagados. Também foi confeccionado um termo circunstanciado de ocorrência após um adolescente ser flagrado conduzindo um veículo.

Em Tangará da Serra, a operação foi realizada na noite de sexta-feira (04.4), na Rua São Paulo, no bairro Centro. Ao todo, foram 124 autos de infração de trânsito confeccionados, e 43 veículos removidos, dos quais 28 foram carros e 15 motos. Nesta cidade foram dez presos por embriaguez ao volante e uma por desacato.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), em conjunto com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo. As guardas municipais e secretarias de trânsito dos municípios também integram a operação.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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