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Urgência em exames infantis é tema de ação dos Doutores Palhaços na Santa Casa

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O Hospital Estadual Santa Casa, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, promoveu, nesta quarta e quinta-feira (26 e 27.03), duas apresentações do projeto “Doutores Palhaços” sobre a importância da organização da equipe para a realização de exames em crianças.

Segundo a superintendente de enfermagem do Hospital Estadual, Dileuza Alves Macedo, a ação teve o objetivo de conscientizar, de forma lúdica, os profissionais responsáveis pela realização dos exames de urgência no pronto atendimento infantil. As apresentações duraram cerca de 20 minutos.

“O nosso objetivo é reforçar para os profissionais da assistência do Pronto Atendimento Pediátrico a importância do atendimento dos exames de urgência. Isso é feito de forma lúdica, com a descontração dos Doutores Palhaços, para preparar as equipes e alinhar os fluxos de trabalho”, explicou.

Três profissionais do setor administrativo da unidade, uma fonoaudióloga e uma fisioterapeuta, que atuam no projeto “Doutores Palhaços” desde agosto de 2024, foram as responsáveis pelas apresentações. As servidoras Silvanete Berbel, Cinthya Machado, Leidylea de Oliveira, Milnen da Silva e Elaine Siqueira vivem, respectivamente, as palhaças Dra. Nete Gorete, Dra. Pantufa, Dra. Pimpolha, Dra. Meleka e Dra Petit.

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O Hospital Estadual Santa Casa conta com sete doutores palhaços atuantes, que se revezam entre visitas realizadas semanalmente, de acordo com uma escala. Já as apresentações especiais, como essa de conscientização sobre os exames, são agendadas conforme a demanda da instituição.

Sobre os Doutores Palhaços

O projeto “Doutores Palhaços” capacita profissionais na arte da palhaçaria, que atuam em hospitais e unidades de saúde, com o intuito de levar alegria e conforto aos pacientes, acompanhantes e servidores. As atividades proporcionam a liberação de hormônios como a endorfina, serotonina e dopamina, para auxiliar no bem-estar físico e emocional dos pacientes.

O projeto “Saúde com Alegria: Doutores Palhaços no Estado de Mato Grosso” foi idealizado pela Superintendência de Atenção à Saúde da SES e é executado por meio da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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