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Polícia Penal impede que celulares jogados por drones em penitenciária cheguem a presos

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Uma ação da Polícia Penal impediu que três celulares jogados por um drone chegassem às mãos de presos na Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis. A apreensão ocorreu na madrugada de domingo (23.3)

A direção da unidade prisional orientou uma equipe para ficar de vigilância e verificar a atividade de possíveis drones sobrevoando a penitenciária. A ação ilícita é usada por criminosos para tentar levar celulares e entorpecentes aos presos.

Policiais penais, que estavam de sentinela nas torres, avistaram um aparelho sobrevoando o espaço da penitenciária em direção aos raios 2 e 4. A equipe, que estava no térreo em vigilância, conseguiu chegar imediatamente à área dos raios e apreendeu dois pacotes que continham três celulares e um carregador.

Mais de 600 celulares apreendidos

Considerando o período entre o ano de 2021 e o início deste ano, o número de celulares apreendidos com drones é de 692 na unidade prisional masculina de Rondonópolis.

Para chegar a esse resultado, a direção da penitenciária implantou uma série de medidas de segurança, reforçadas a partir do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas.

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No dia 18 de março, policiais penais apreenderam, nos arredores da penitenciária de Rondonópolis, mochilas com dezenas de materiais, entre eles quatro drones, 29 baterias de drones, controles, 28 celulares, 18 carregadores completos, fones de ouvido, três garrafas com bebida alcoólica e barras de Durepox. O material foi deixado por dois suspeitos em uma área de mata perto da penitenciária e fugiram assim que viram a aproximação dos policiais.

O diretor da penitenciária de Rondonópolis, Ailton Ferreira, reforçou que as ações de vigilância e segurança na segunda maior unidade prisional do Estado evitaram que centenas de celulares levados por drones acabassem nas mãos de presos. “Na apreensão em que localizamos quatro drones, o prejuízo causado à criminalidade foi estimado em aproximadamente meio milhão de reais”, apontou o diretor.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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