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Polícia Militar prende seis pessoas e desarticula ponto de venda de drogas em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam cinco homens e uma mulher por associação para o tráfico de drogas, no final da noite desta quarta-feira (19.2), em Várzea Grande. Com a quadrilha, a PM apreendeu quatro tabletes e porções de substância análoga à maconha.

Por volta de 22h50, durante patrulhamento pelo bairro Asa Bela, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 4º BPM se deparou com um veículo Honda Civic, que saiu em alta velocidade pela via após o motorista avistar as viaturas policiais.

Os policiais fizeram acompanhamento e conseguiram cercar o veículo alguns metros depois. Dentro do carro, dois homens foram encontrados. Com eles, a PM localizou duas porções de maconha.

Questionados sobre a procedência da droga, a dupla afirmou ter adquirido a maconha em um trailer de lanches, em uma região próxima, que servia como ponto de venda de drogas.

A equipe do GAP foi até o estabelecimento e abordou dois homens e uma mulher. Um dos homens afirmou ser o dono do empreendimento e confirmou saber que seus funcionários faziam a venda de drogas no local. Os policiais fizeram buscas pelo trailer e localizaram três tabletes de maconha.

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Ainda para a PM, um dos suspeitos denunciou que recebia as drogas de um outro criminoso, morador do bairro São Benedito. Os militares foram ao endereço, localizaram o suspeito e identificaram que ele faz uso de tornozeleira eletrônica. Ainda na casa, um tablete de maconha foi encontrado e apreendido.

Diante da situação, os seis suspeitos foram conduzidos até a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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