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Hospital Regional de Rondonópolis realizou 6,8 mil cirurgias em 2024

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O Hospital Regional de Rondonópolis, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou 6.803 cirurgias em 2024. Dos procedimentos realizados, 5.165 foram de urgência e 1.638 foram eletivas.

De acordo com o balanço da unidade hospitalar, o número apresenta um aumento em relação ao ano de 2023, quando foram realizadas 6.628 cirurgias. A maior demanda foi por cirurgias ortopédicas, que correspondem a 3.425 atendimentos, 50% do total de procedimentos cirúrgicos realizados na unidade.

Outras especialidades cirúrgicas realizadas em grande escala pela unidade foram cirurgia geral (1.377), neurocirurgia (504) e cirurgia vascular (387).

“O Hospital Regional de Rondonópolis é uma unidade que presta atendimento de qualidade para a população da Região Sul. A unidade é totalmente capacitada para realizar cirurgias através pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e apresenta um desempenho excelente, assim como os demais hospitais do Estado”, disse o secretário de Estado de saúde, Gilberto Figueiredo.

A diretora do Hospital Regional de Rondonópolis, Milena Polizel, ressaltou que o excelente desempenho da unidade se dá graças a uma equipe multidisciplinar de excelência, além dos investimentos em modernização da infraestrutura.

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“A unidade tem uma equipe multidisciplinar totalmente preparada para realizar cirurgias de diversas especialidades, diminuindo o tempo de espera dos pacientes. O Hospital Regional de Rondonópolis está preparado para realizar vários tipos de cirurgias. Além disso, a unidade também passa por reformas e manutenção para ter uma estrutura mais preparada para receber os pacientes”, completou.

A reforma e manutenção do hospital já está com cerca de 40% dos trabalhos concluídos. O investimento do Governo de Mato Grosso é de R$ 16 milhões. Os atendimentos não são afetados pela obra.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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