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Homem é preso em flagrante com simulacro, porções de maconha e cocaína em Paranatinga

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Um homem de 26 anos foi preso em flagrante neste sábado (01.1), suspeito de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo em Paranatinga (a 380 km de Cuiabá). Na ação, policiais da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (RAIO) e Força Tática apreenderam um simulacro de pistola, oito porções entre maconha e cocaína, R$ 750 em espécie, canivete e um caderno contendo anotações de venda de entorpecentes.

Os militares realizavam patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero quando receberam informações de que o suspeito utilizava uma motocicleta Honda Biz para entregar drogas, na modalidade delivery.

As equipes intensificaram o policiamento no bairro Vila Concórdia e se depararam com uma motocicleta estacionada de frente a uma residência na Rua 10 de Maio, com as mesmas características apresentadas na denúncia.

Durante abordagem, os policiais foram recebidos pela mãe do suspeito, que não soube informar a localização do filho. Em busca veicular, os militares flagraram algumas porções de drogas no baú do veículo. A mulher afirmou desconhecer a origem dos ilícitos.

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Em seguida, a testemunha autorizou entrada das equipes até o quarto do suspeito. Em uma cômoda, os policiais encontraram novas porções de drogas e um simulacro de arma de fogo.

Após apreensão do material, as equipes flagraram o homem na região central do município. Questionado sobre a denúncia, ele confessou ser o responsável pela venda e entrega de drogas na região.

O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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