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Presidente do TCU afirma: “Solução do governador para BR-163 evitou o atraso no desenvolvimento do Brasil”

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O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, destacou que a solução da transferência do controle societário da Rota do Oeste, responsável pela BR-163, para a MT Par, evitou o atraso no desenvolvimento do Brasil.

A fala ocorreu durante entrevista ao site nacional Poder360.

Segundo o presidente, a proposta piloto, que foi considerada ousada à época pelo TCU, hoje representa um avanço para o país. A solução foi encontrada em um trabalho conjunto do Governo de Mato Grosso, envolvendo as Secretarias de Estado de Fazenda (Sefaz), de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e Casa Civil, junto com TCU, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Ministério dos Transportes.

“O governador Mauro Mendes nos procurou e sugeriu uma negociação para repactuar a rodovia federal e a tornar estadual, podendo gerir sua representação. Hoje, a BR-163 já duplicou um trecho, e está fazendo uma série de intervenções para concluir todas as obras. Ou seja, estava atrasando o desenvolvimento do Brasil, além de causar acidentes e mortes”, afirmou ele, destacando o avanço logístico proporcionado pela ação.

Bruno Dantas ainda lembrou do histórico da rodovia e ressaltou a importância das obras. “A BR-163 corta o Estado de Mato Grosso de norte a sul, é a principal rodovia responsável pelo grande volume de escoamento do agronegócio. E ao mesmo tempo, era a rodovia conhecida por ser um vetor no atraso no escoamento e pelos acidentes em sua extensão. A intenção é entregar a duplicação e recuperação da rodovia em um tempo considerável, mas a falta de mão de obra é algo que acaba dificultando esta ação”, disse.

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O governador Mauro Mendes ressaltou a longa busca por uma alternativa viável para investir na rodovia, e promover melhorias na vida dos mato-grossenses.

“A BR-163 é a espinha dorsal da agricultura brasileira e da economia no estado. Nós estávamos há 2 anos, 3 anos tentando uma solução junto à iniciativa privada, mas não houve viabilidade por conta dos diversos passivos e complexidades. Através dessa concessão inédita, aportamos investimentos de R$ 1,6 bilhão com recursos próprios, em obras que vão oferecer mais segurança aos motoristas que trafegam diariamente nessa região, além de gerar um grande impacto positivo para o desenvolvimento econômico. É uma obra que vale cada centavo investido”, declarou.

No primeiro ano de concessão, o Governo do Estado entregou, os primeiros 15 quilômetros da obra de duplicação da rodovia entre o Posto Gil, em Diamantino, e Nova Mutum. A ação resultou em uma diminuição de 86% das mortes após sua entrega.

Andamento das obras

Atualmente a Nova Rota do Oeste atua em quatro frentes de trabalho:

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· Duplicação da 1º etapa da Rodovia dos Imigrantes, abrangendo um trecho de 16,3 quilômetros, entre o km 495,9 (Cuiabá) e o km 512,2 (Várzea Grande) na BR-070;

· Retomada da duplicação das pistas entre o km 507 (Diamantino) e o km 593 (Nova Mutum);

· Terraplanagem em preparação à duplicação entre o km 601 (Nova Mutum) e o km 611 (Lucas do Rio Verde);

· Duplicação de 26 km em Sinop e adequação da via existente, além da construção de seis viadutos na região.

Entenda o caso

A Rota do Oeste pertencia a Odebrecht Transport, que não realizou obras na rodovia por sete anos.

Em maio de 2022, o Governo de Mato Grosso e a ANTT assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), homologado pelo TCU. Dessa forma, a MT Par se tornou acionista majoritária da Nova Rota do Oeste, o que possibilitou a retomada das obras. O case de sucesso se tornou referência nacional.

O TAC firmado com a ANTT prevê, ao todo, a duplicação de 336 quilômetros da BR-163 e 34 quilômetros de via marginal, além da construção de sete passarelas e viadutos, pontes, trevos e retornos. Ao todo, o investimento previsto é de R$ 7,8 bilhões.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação ‘Incarceratus’ e cumpre mandados em presídio de Sinop

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Capturas e Polinter, deflagrou entre os dias 6 e 7 de julho a segunda fase da Operação “Incarceratus”, em Sinop. A ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e de condenação contra investigados por crimes graves no Estado.

A operação foca na repressão qualificada e no combate ao crime organizado. O trabalho baseia-se em um levantamento prévio de inteligência. Policiais civis cruzam dados do sistema para localizar ordens de prisão pendentes contra alvos que já se encontram detidos por outros delitos.

Desta vez, as ordens judiciais foram cumpridas na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira. A ação contou com o apoio fundamental da Polícia Penal. Os alvos respondem por crimes como homicídio, roubo, tráfico de drogas e organização criminosa.

Estratégia de contenção

A estratégia impede que detentos com pendências judiciais graves obtenham liberdade condicional ou progressão de regime de forma indevida. De acordo com a delegada titular da Polinter, Dra. Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, a análise minuciosa das equipes permitiu identificar com precisão as ordens judiciais em aberto.

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“Os cumprimentos contaram com o suporte do Núcleo de Inteligência da Polinter. O setor atua no levantamento de alvos e dá apoio logístico às equipes de rua. Além de atender às demandas do Estado de Mato Grosso, a delegacia também atua no cumprimento de mandados de outras federações do país”, explicou o delegado Fernado Vasco Spinelli Pigozzi.

Fonte: Governo MT – MT

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