“Como Vender a Lua”: comédia romântica brilha com nostalgia e humor
Por Anna Salles
Em um período no qual o espaço é mais do que nunca a última fronteira, “Fly Me to the Moon” , traduzido como “Como Vender a Lua” no Brasil, é uma comédia romântica que, mesmo sem ser revolucionária, conquista o público com sua premissa divertida, ritmo agradável e boas vibrações. O filme, estrelado por Scarlett Johansson e Channing Tatum, oferece uma mistura eficaz de fato e ficção, sem perder de vista a necessidade primordial de entreter a audiência.
A trama gira em torno de Kelly (Johansson) e Cole (Tatum), personagens cujas vidas se entrelaçam em meio a um ambicioso projeto de marketing para vender novamente o projeto da Nasa de chegar à Lua, durante a corrida espacial, como parte do sonho norte-americano. A tensão entre Kelly e Cole é um dos pontos altos do filme, proporcionando momentos de humor e interesse que sustentam a narrativa.
Scarlett Johansson e Channing Tatum trazem um magnetismo inegável ao filme, que se apoia fortemente na química entre os protagonistas. Esse carisma é um elemento crucial que ajuda a manter o filme leve e envolvente, mesmo quando a trama se envereda por caminhos previsíveis. A presença de ambos no elenco é um lembrete encantador de uma época em que as estrelas de cinema eram o principal atrativo para o público, tempo em que o sonho americano de conquistar o espaço ainda estava vivo.
“Como Vender a Lua” consegue, de forma despretensiosa, capturar a essência do que muitas vezes falta nas comédias românticas modernas: uma simplicidade charmosa e uma nostalgia palpável. O filme não tenta ser mais do que é – uma comédia romântica agradável que usa a exploração espacial como pano de fundo para contar uma história de amor e ambição.
Em um mundo cinematográfico frequentemente saturado por efeitos especiais e tramas complexas, “Como Vender a Lua” oferece uma pausa bem-vinda, lembrando aos espectadores do poder do entretenimento simples e bem executado. A direção, que mantém um ritmo consistente, e o roteiro, que equilibra humor e emoção, são pontos positivos que contribuem para a experiência geral do filme.
“Como Vender a Lua” pode não ser uma obra-prima inovadora , mas é um filme que cumpre sua promessa de divertir e encantar. Com a ajuda de seus protagonistas carismáticos e uma abordagem leve e nostálgica, o filme se sustenta como uma comédia romântica agradável e acessível para uma ampla gama de espectadores.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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