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Estudantes da educação especial em Várzea Grande recebem nova carteira de identidade gratuitamente

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Os 119 estudantes matriculados no Centro de Habilitação Profissional (CHP), em Várzea Grande, receberão gratuitamente a Carteira de Identidade Nacional (CIN, através de uma ação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), em parceria com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Durante esta semana, os pais e responsáveis foram convidados a fazer o novo documento para os filhos que estão matriculados na unidade. O único critério exigido para que os estudantes recebam o documento é que eles tenham em mãos a certidão de nascimento original e o Cadastro de Pessoa Física, o CPF.

O CHP faz parte da Rede Estadual de Ensino e atende estudantes adultos público-alvo da educação especial com escolarização na matriz curricular da Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de formação para a cidadania e participação social através de enriquecimento curricular em práticas desportivas, artesanato, música e Atividades de Vida Autônoma (AVD).

De acordo com o diretor da escola, Admilson Mário, muitos estudantes da educação especial têm dificuldades motora. Outros, têm dificuldade de permanecer em atendimento por muito tempo em um local movimentado. Segundo ele, fazer a RG na escola facilita a logística dos pais e dos estudantes.

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“O nosso intuito foi que os estudantes atualizassem o seu documento de identidade. Alguns estavam com o documento gasto pelo tempo ou rasgados. Com essa ação da Seduc e da Politec, eles terão uma nova RG com todas facilidades possíveis”, completou.

A aposentada, Fátima Maria Araújo de Oliveira, mãe do Odenir, de 39 anos, disse que essa ação foi uma ajuda do céu. “Meu filho tem dificuldades motoras, mas ele estuda aqui. A identidade dele já estava envelhecida e poder fazer uma nova carteira foi para mim como uma ajuda do céu”, disse.

A costureira Júlia Faria, mãe da estudante Érica, de 42 anos, acrescentou que a filha tem dificuldade de entender claramente o que as pessoas dizem. “Às vezes ela fica chateada em local movimento e entra em crise. Fazer a identidade dentro de um ambiente que ela já está familiarizada facilitou bastante”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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