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Nosso Judiciário: alunos do ensino fundamental aprendem sobre o funcionamento da Justiça

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A Escola Estadual Antonio Geraldo Gattiboni, em Várzea Grande, recebeu o projeto Nosso Judiciário nessa quarta-feira (22 de maio). A escola reuniu 95 alunos do 5º ao 9º ano para assistirem a palestra ministrada pelo servidor do Tribunal de Justiça, Neif Feguri, que buscou apresentar o sistema de justiça do Estado de maneira simples aos estudantes.
 
Taynna Vitória Silva de Oliveira é estudante do 9º ano e contou que a parte mais interessante da palestra foi descobrir que é possível acionar a justiça gratuitamente. “Geralmente a gente acha que não é de graça, mas descobri que sim, é de graça e que se algo acontecer que precise ir para a justiça, temos o direito de ter um defensor público”, contou Taynna.
 
A aluna também aprendeu sobre os métodos alternativos de resolução de conflito, a conciliação e a mediação e falou a sobre a importância de compartilhar esse conhecimento com familiares e amigos. “Todos precisam saber disso”, disse. E com a distribuição das cartilhas informativas, distribuídas no final da palestra, isso fica mais fácil.
 
Gabrielly de Oliveira é aluna do 9º ano, assistiu à palestra e também vai compartilhar o que aprendeu em casa. “Eu não sabia sobre a quantidade de cargos que tinha na Justiça”, contou. Para ela, a parte mais interessante foi o alerta sobre fazer justiça com as próprias mãos, “hoje muitas crianças, mesmo pequenas, já pensam quando sofrem alguma injustiça, devem resolver sozinhas, e isso não é certo”. Ela ressaltou também a acessibilidade da linguagem da palestra, já que tanto as crianças mais novas quanto mais velhas puderam assistir e aprender juntas.
 
Desde a criação do projeto em 2015, foram 137 escolas visitadas e mais de 31.600 alunos do ensino médio e fundamental de escolas estaduais, municipais e particulares da capital e Várzea Grande beneficiados com o Nosso Judiciário.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1: Imagem horizontal colorida. Alunos assistem à palestra, eles olham para a esquerda e vestem o uniforme azul da rede estadual de Mato Grosso. Foto 2: Imagem horizontal colorida. Alunos olham para a frente e assistem à palestra. Em primeiro plano um grupo de meninos de costas, logo a mais a frente um grupo maior de crianças. Foto 3: Imagem horizontal colorida. Dois alunos leem, lado a lado, as Cartilhas Informativas do Projeto Nosso Judiciário. Do lado direito e centralizado na imagem, um menino negro de cabelos pretos vestindo casaco azul com listra verde no braço, uniforme da rede estadual de Mato Grosso. Do lado esquerdo um menino branco de cabelos curtos e castanhos vestindo o casaco azul com listra verde no braço, uniforme da rede estadual de Mato Grosso.
 
Anna Giullia Magro (estagiária)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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